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17/07/2017 17:08:01 (#563) - Reabertura de trilha na Serra do Lopo - acesso via crista Sul

Continuando a eterna procura por novas trilhas de montanha, há algum tempo eu encontrei, no wikiloc, uma opção diferente para acesso à Serra do Lopo, na divisa MG/SP.

Com o track enviado para o GPS (Veja aqui como baixar tracks/waypoints do Wikiloc pelo Google Earth e transferir para o GPS para poder navegar no mundo real), na sexta-feira, dia 14 de Julho, às 7h da manhã busquei o Juvenil em sua casa e seguimos então para onde começa uma das trilhas para a Serra do Lopo via Joanópolis (ou lá é Vargem? Não tenho certeza). Às 7h30 começamos a caminhada (pelo caminho que já conhecíamos) e, pouco tempo depois, em uma das bifurcações, em vez de seguir para esquerda seguimos o "novo" caminho, até então bem aberto, direto para cima.

A trilha começa muito bem aberta, logo no começo passamos por diversos pés de limão bugre (aproveitei para colher alguns para uma limonada), um pouco mais acima uma porteira de arame farpado, um riacho (único dessa trilha) e fomos subindo, subindo, subindo, a trilha foi ficando mais inclinada mas sempre bem aberta e só teve um ponto onde saímos dela, quando ela faz uma curva abrupta para esquerda (para subir, claro) e tínhamos seguido, não por mais que uns 20 metros, em frente e começado a descer, nada difícil de perceber.

Com mais subida passamos por algumas lajes de pedra, aproveitamos para lanche e fotos e, onde parecia ser o final de uma das subidas, seguimos uma bifurcação que ia para a direita, nos levando até onde havia uma cabana de caçador e algumas iscas (provavelmente para porco-do-mato). Lá mais algumas fotos e logo percebemos que esse era o ponto final da trilha "aberta". O track que estava no GPS nos indicava "seguir para cima" mas não havia mais trilha por lá.

Com a ideia de terminar a trilha fomos seguindo por onde dava para passar melhor, varamos um pouco de mato, subíamos algumas lajes e então tivemos nossa primeira visão do cume, ainda longe, mas o que nos animou. De volta à mata fechada mais vara-mato, mais contorna-pedra, mais sobe-pedra, desce-pedra e fomos seguindo, sempre de olho também no relógio já que, o Juvenil, precisava retornar pouco depois da hora do almoço porque ainda trabalharia naquela tarde.

Aos poucos fomos ganhando altura (nesse trecho bem menos inclinado que o começo), passamos por outra pedra com uma linda vista para o cume ao fundo e então começamos a descer para o colo, onde encontramos algumas fitinhas em árvores e uma trilha um pouco menos fechada (não dá pra falar que era mais aberta).

Fomos seguindo, logo chegamos à base da rocha e, de lá, ai sim uma trilha mais aberta e lajes de pedra que nos levaram até o cume, onde finalmente pudemos ter a sensação de "dever cumprido" e já comentávamos sobre a necessidade de retornar para abrir melhor essa trilha. A descida foi pela trilha que tínhamos feito no mês passado, chegamos no carro e, antes de voltar para Bragança, um merecido almoço no bairro do Guaraiúva (PF a R$9,90 e 500 ml de suco de laranja espremido na hora por R$3,00).

De volta em casa mas com o pensamento de melhorar a trilha pensei: por que não retornar lá amanhã, com a Lorena, para subir novamente? E assim foi, no Sábado cedo levantamos, tomamos nosso café da manhã reforçado, pegamos mais água e comida que eu havia pego no dia anterior (subir "dando um trato" na trilha demoraria mais que no dia anterior) e então seguimos estrada para onde fica o carro (a 24,7 l, de casa) :-)

Às 7h40 começamos a trilha, como no dia anterior mais uma pausa pra colher alguns limões, mais pausas para fotos, descanso e lanches nas lajes de pedra e, cerca de 2 horas depois, estávamos lá onde tem o acampamento do caçador.

Sabendo que, de lá em diante, não existia mais uma "boa" trilha, pegamos o facão e fomos subindo podando o mato (e principalmente os malditos bambus) onde era necessário. Fomos seguindo o caminho exato do dia anterior (melhor meio aberto que nada aberto), quando necessário recorríamos ao GPS (havia mapeado o caminho percorrido no dia anterior) e assim fomos ganhando altura.

O tempo foi passando, passamos ainda por algumas outras rochas, no cume da crista Sul, que não tinha subido no dia anterior e após algumas muitas horas de caminhada, finalmente chegamos ao cume da Serra do Lopo para um merecido descanso e lanche (nem deu para subirmos na pedra do cume para assinar o livro já que havia fila).

Com o começo da tarde e a fome pedindo algo mais que "goiabinhas de chocolate" ou bolachas, logo começamos a descida, pedimos licença para passar um grupo com (literalmente) dezenas de pessoas tentando descer (com o guia rapelando encordado com uma pessoa em um trecho onde é só descer segurando em uma corda com nós) e finalmente estávamos sós na trilha. Passamos ainda por algumas poucas pessoas mas logo saímos na bifurcação que leva, pela crista, para a Pedra das Flores (caminho normal de acesso) ou, para baixo, para onde tínhamos deixado o carro (e, este mês, colocaram uma placa indicativa nessa bifurcação).

De lá mais algum tempinho de caminhada, só uma breve pausa para descanso em uma árvore tombada e logo estávamos no carro, a caminho de casa, para o merecido almoço/janta no final de tarde.

Em casa arrumamos as coisas e, com a chegada da noite, estrada para São Paulo. No dia seguinte, Domingo, de manhã uma ida a um bazar da OBB (cada vez tudo mais caro - e olha que sempre falei que esses bazares eram o único modo de comprar roupas pelo preço que elas valem. Agora, em algumas peças, nem isso!), à tarde filmes e à noite estrada pra Capivari. Hoje cedo de volta à rotina de pedal, em Itu, com o Alessandro e, agora o resto da semana com sua rotina "normal" de (pouco) trabalho, algum treino e bastante planejamento da próxima viagem (em breve!).

Essa "nova" trilha da Serra do Lopo é uma ótima opção para chegar ao cume pela sua crista Sul (mas bem mais difícil que o acesso "normal", são quase 900 metros de desnível acumulado) mas recomendo muito. Em breve retornaremos para dar mais uma melhorada em alguns trechos que merecem mais atenção e espero que passe a ser um caminho mais frequentado por quem gosta de uma boa subida em sua frente.

Algumas fotos dos dois dias no link Reabertura de trilha na Serra do Lopo.

Enviado por Tacio Philip às 17:08:01 de 17/07/2017



11/07/2017 13:59:32 (#562) - Escaladas na Pedra Amarela de Munhoz

Há poucas semanas, durante uma caça a locais diferentes (mas tranquilos) para escalar, fiquei sabendo da Pedra Amarela, em Munhoz/MG.

Com o croqui e roteiro sobre como chegar em mãos, depois de deixar passar uma semana de quando íamos até lá, na semana passada, dia 8 de Julho, depois de um pedal em Bragança no dia anterior com o Dom, logo de manhã, às 9 horas, ele passou em casa e seguimos ele, a Lorena e eu, para finalmente conhecer o local.

Para ida optamos a opção que segue pela Fernão Dias, passamos a cidade de Extrema e logo entrmos rumo Toledo e, em seguida, Munhoz, onde fica a pedra. Encontrar o local foi fácil e pouco antes do horário do almoço estávamos em sua base começando a escalar algumas de suas vias (o interessante é ter algumas vias em móvel de graduação baixa).

Na rocha fomos escalando suas vias "da esquerda para direita", sempre nós 3, até que, com o começo da tarde e o clima começando a fechar (e o Dom tendo que voltar ainda no mesmo dia para São Paulo), fechamos o dia e retornamos para Bragança, agora seguindo por Pedra Bela (ao final ainda não sei qual o melhor caminho...).

O tipo de rocha é como o de Pedra Bela (com cristais menores) e é uma boa opção para iniciantes, por ter vias bem tranquilas. Logo devo voltar para terminar de conhecer as outras vias do local e uma outra parede, que o Alex (que encontrei no local) me indicou, também em Munhoz.

Algumas fotos do local estão no link Escalada Pedra Amarela.

Enviado por Tacio Philip às 13:59:32 de 11/07/2017



06/07/2017 13:37:37 (#561) - Bivac molhado no cume do Alto do Capim Amarelo

Depois do Guilherme e eu termos cancelado essa viagem para o Alto do Capim Amarelo (primeira montanha para quem faz a travessia da Serra Fina sentido Passa-Quatro - Itamonte), que estava programada para os dias 13 e 14 de Junho, por causa de chuvas, agora foi a vez de reunir mais vítimas e seguirmos, com previsão de talvez uns 2 mm de chuva, também com a Lorena, Peter e Marilde para o que viria a ser uma bela roubada.

No Sábado, dia 1º de Julho, às 7h30 da manhã, o Guilherme passou em casa e seguimos então ele, a Lorena e eu, rumo Passa-Quatro, onde encontraríamos o Peter e sua esposa Marilde, que saíam mais ou menos no mesmo horário, de Bom Jesus dos Perdões.

Chegamos em Passa-Quatro por volta das 11 horas, nos encontramos e logo fomos almoçar no "restaurante da dona filhinha", um lugar perto da praça central e que recomendo muito para quem valoriza um ótimo PF, por um preço mais que justo, no almoço. Junto com um guaraná Guaranita (de Passa-Quatro - uma bomba de açúcar como outros refrigerantes) nos alimentamos e seguimos então nosso caminho até perto do "resort Serra Fina" (comédia chamar um lugar gourmet de refúgio), estacionando o carro logo depois de passar a ponte e porteira, minimizando o risco dos "barões do resort" danificarem o carro por estar perto de sua "fortaleza" (sim, já soube de casos de pneus esvaziados por terem parado perto das "muralhas do castelo" - mas felizmente sempre parei onde paramos e lá nunca tive - ou soube - de problemas).

No local trocamos de roupa, acabamos de arrumar as mochilas e, com elas nas costas, por volta das 13h20 começamos nossa caminhada, ainda pela antiga estradinha de terra (que antes era aberta e ainda subiam carros) até a famosa "Toca do Lobo", local onde tem uma toca (infelizmente meio depredada) e onde se atravessa o riacho antes de começar a subir de verdade.

No riacho pegamos água (até hoje não arrisquei deixar para pegar na cachoeirinha mais para cima, não sei se ela seca em alguma época do ano - se você souber, poste nos comentários aqui embaixo para eu saber) e logo seguimos "piramba" acima, ainda com um tempo bonito e céu razoavelmente aberto.

Fomos progredindo bem, a ideia era irmos fotografando o caminho (eu mesmo queria pegar a crista final do Capim Amarelo com a luz de final da tarde) mas o clima começou a fechar. Logo no começo da subida, assim que chega na crista, e ao passar por alguns locais de acampamento, que agora tem plaquinhas indicativas (trabalho bem legal), cheguei a fazer, literalmente, meia-dúzia de fotos, mas então o céu ficou totalmente branco e, quanto mais subíamos, mais entrávamos na nuvem.

Fazendo poucas pausas para lanche/água mas também sem forçar o ritmo fomos subindo, subindo, subindo até que, com o chegar da noite, já no limite de precisar colocar as headlamps na cabeça, chegamos ao cume do Alto do Capim Amarelo. No cume encontramos um pessoal (7 barracas no cume em um sábado "normal"!) e, depois de dar uma procurada e indicação do Tiago (do RS, da "transmantiqueira") fomos até duas pequenas clareiras, razoavelmente planas e protegidas do vendo, onde dormiríamos (ou tentaríamos).

Já era por volta das 20h e até agora o clima estava ruim mas ainda apenas nublado. Fizemos nosso jantar, abrimos os isolantes, "meio" entramos nos sacos de dormir (não levamos barracas e seria o primeiro bivac da Lorena, do Guilherme e da Marilde) e aí começou a pingar água de verdade. Vestimos os sacos de bivac, colocamos uma lona protegendo as mochilas/botas e outra sobre nós, onde ficamos longas e longas horas ouvindo o barulho da chuva em nossas cabeças e cochilando/acordando de hora em hora (acho que só conseguir dormir algumas horas direto quando já era por volta das 3h da madrugada - isso até as 7h da manhã).

Uma noite longa (daquelas que você acorda para olhar a temperatura no relógio e vê que, além da chuva está 3,8ºC e ainda são 22h da noite) passou, de manhã fizemos uma sopa para aquecer, arrumamos as coisas e, com uma trilha absurdamente lameada começamos a descida (muito legais as cordas e degraus suspensos que foram colocados na trilha, sem eles o perrengue seria muito maior).

Fomos descendo, descendo, descendo e, mesmo com a gravidade nos ajudando, a descida, até chegarmos de volta ao carro, também demorou cerca de 4h30. No carro, agora a preocupação era outra: será que o carro subiria a primeira rampa (a pior), logo que passa o riacho e porteira? Trocamos de roupas (finalmente algo seco) e, como o Peter estava com uma Strada, colocamos todas mochilas na sua caçamba e, eu dirigindo o carro do Gui (um C3), fui encarar aquela subida lameada (o Peter havia ido na frente e nos esperava após a subida).

Apesar de ter que passar embalado e fazendo zig-zag no trecho final, o carro subiu (por muito pouco não parou, mas subiu!). De lá, só seguir a parte "boa" da estrada até chegarmos no asfalto (onde pegamos as mochilas de volta para o porta-malas) e estrada até o restaurante mais próximo, para o merecido e esperado almoço.

De lá nos despedimos, continuei mais algumas horas no volante até que chegamos em São Paulo, no comecinho da noite. A Lorena e eu ficamos em casa, o Gui seguiu caminho para sua casa e, depois de pendurar quase tudo em varais para secar, a Lorena e eu pegamos estrada novamente (agora para Capivari) para finalmente podermos ter um banho quente e uma noite de sono em um colchão (e na saída de SP ainda tive que passar na portaria do apto do Gui porque tínhamos esquecido coisas - e molhadas - no porta-malas).

Em Capivari mais trabalho para colocar coisas no varal, o merecido banho, mais comida e finalmente cama! No dia seguinte, mesmo cansado do final de semana não fugi da "rotina" de pedal com o Alessandro em Itu e logo estava de volta à São Paulo, para uma semana "normal" de trabalho e treinos na 90 graus.

Apesar de, nesta viagem, não termos conseguido fazer o que era nossa ideia inicial (esticar até o Tijuco Preto), valeu a pena. Um final de semana na montanha é sempre melhor que um final de semana em casa (mesmo bivacando molhados na chuva) e as montanhas continuam lá, então voltaremos ;-)

Enviado por Tacio Philip às 13:37:37 de 06/07/2017



04/07/2017 12:43:28 (#560) - Show do King Diamond - Abigail tour - São Paulo

Depois de um Sábado light (show do Teatro Mágico), o Domingo, dia 25 de Junho, foi reservado para desintoxicar meus ouvidos, com a Lorena, no Liberation Festival, no tão esperado show, após 21 anos de sua apresentação no lendário Monsters of Rock de 1996 (sim, eu estava lá), do King Diamond.

Com preguiça por causa dos horários dos shows (sim, eu gosto de shows "matinê"), a Lorena e eu saímos de casa perto das 17 h e só chegamos no "Espaço das Américas" perto das 18 h, quando o show da banda nacional "Test" já havia acabado e estavam no palco o pessoal do "Heaven Shall Burn". Depois de uma passeada pelo local soubemos que o "maldito" (no bom sentido) copo temático do festival estava sendo vendido em uma única banquinha, de merchandise "oficial", e que havia uma fila absurda, então lá fomos nós. Essa hora o 2º show da noite já estava no final (não me agradou, eu nem percebia quando uma música acabava e começava a outra) e logo começou o show do "Carcass", o qual assumo que conheço pouco mas não esperava muito, por ser mais pesado que os que costumo ouvir.

Entretanto, enquanto ficávamos umas longas 1h30 na fila para comprar o copo, prestei atenção ao show do Carcass e foi muito bom. O som estava ótimo e as músicas são empolgantes. Com o final do show próximo nos aproximamos também da "lojinha", compramos o tão desejado copo e então voltamos para a pista, para aguardar os próximos shows.

O 4º show da noite foi o "Lamb of God", uma banda que parece uma mistura de Bob Marley + Pantera (alguns "raggaeiros" que ganharam uma guitarra e bateria dos pais e resolveram fazer som mais gritado e chapados de maconha), realmente achei insuportável (para não dizer mais) e, como não tinha onde nos escondermos naquele som chato pra kralho, acabamos ficando sentados no chão da pista só contando os minutos para que eles saíssem e seguissem seu longo caminho para casa.

Finalmente o silêncio chegou e, continuando sentados nos chão, aguardamos o "tempo passar por nós" até que, finalmente, começou a introdução do tão esperado show, com um palco super produzido baseado na história do álbum Abigail, que este ano completa 30 anos do seu lançamento, e seria tocado na íntegra.

Apesar do público estar mais morto que o bebê Abigail que foi apunhalado pelo King Diamond na metade de seu show, o setlist foi excelente (apesar de eu achá-lo curto). A apresentação da banda foi perfeita, começando com algumas músicas do repertório solo do King Diamond, intermediado por duas de sua banda Mercyful Fate (as espetaculares Melissa e Come to The Sabbath) - eu queria mais do Mercyful - e, depois de uma breve pausa, aí sim começou o "Abigail", na sua sequência do início ao fim (o álbum inteiro é uma história) e sempre com interpretações teatrais do King Diamond e uma mulher no papel da Mirian (se não sabe o que estou falando, ouça o álbum inteiro acompanhando a letra) ;-)


Veja aqui mais fotos

Mas, como sempre, um show bom acaba logo - assim como eu tinha acabado com minha voz - e mal vimos o tempo passar. Depois de alguns minutos com o "rei" se despedindo do público todos se retiraram do palco e nós, que ainda tínhamos mais de 1h30 de estrada para ir para Capivari, também seguimos nosso caminho, saindo do local pouco antes da meia-noite. De lá, estrada e finalmente o merecido banho e cama.

Só espero que o próximo show do King Diamond não demore tanto e, quem sabe, algum dia ainda eu possa assistir, novamente, ele como Mercyful Fate, que já assisti 3 vezes e assumo que gosto mais ainda que sua carreira solo.

Algumas fotos do show podem ser vistas no link Show King Diamond.

Setlist do show do King Diamond - Abigail tour - São Paulo
01. Welcome Home
02. Sleepless Nights
03. Halloween
04. Eye of the Witch
05. Melissa (Mercyful Fate)
06. Come to the Sabbath (Mercyful Fate)
07. Funeral
08. Arrival
09. A Mansion In Darkness
10. The Family Ghost
11. The 7th Day Of July 1777
12. Omens
13.The Possession
14. Abigail
15. Black Horsemen

E, só para fechar a postagem, abaixo um vídeo com o show completo (com áudio espetacular - aposto que foi tirado da mesa de som). Se você perdeu, ignore a qualidade da imagem e curta o som (eu já baixei pro meu HD e garanti meu mp3 pra ouvir no carro) ;-)

Show do Carcass

Enviado por Tacio Philip às 12:43:28 de 04/07/2017



04/07/2017 10:41:19 (#559) - Subida da Serra do Lopo via Joanópolis e show Teatro Mágico

No dia 17 de Junho, depois de acordar por volta das 4h30 da madrugada, às 5h15 a Lorena e eu saímos de casa, em Bragança Paulista e, logo depois do pedágio da Fernão Dias, sentido MG, nos encontramos com o Juvenil e a Renata, para subirmos a Serra do Lopo, via Joanópolis (ou ali é Vargem?), um caminho que eu ainda não conhecia. O motivo de irmos tão cedo era o Juvenil ter que voltar cedo por causa de trabalho e isso foi bom, ainda no escuro, com as headlamps na cabeça, já tínhamos estacionado o carro e começávamos a caminhada serra acima.

Pouco tempo depois de começarmos a andar o Sol começou a nascer, as lanternas não foram mais necessárias e logo paramos em um dos riachos do caminho, onde o Juvenil preparou um café para podermos acordar de verdade. De lá, junto com muita conversa fomos subindo, subindo, subindo até que saímos em uma bifurcação na trilha entre a Pedra das Flores e a Pedra do Cume, na Serra do Lopo. De lá, poucos minutos e estávamos no cume, sentados apreciando a vista da represa e cidades bem abaixo de nós.

Depois de um bom tempo enrolando e fazendo algumas poucas fotos (que podem ser vistas no link Serra do Lopo via Joanópolis seguimos nosso caminho, agora só para baixo, chegando no carro perto das 11h da manhã. Essa foi uma trilha bem legal por um caminho que eu não conhecia. Ao total deu por volta de 9 km com uns 800 metros de desnível acumulado, inclusive já está passando pela cabeça uma travessiazinha da serra, subindo (ou descendo) pela trilha do Pinheirinho e emendando nessa (e, quem sabe, ainda voltando pela estrada até o início, o que vai dar um circuito de uns 30 km).

E, saindo de lá, a Lorena e eu aproveitamos para voltar para casa por Joanópolis, fazendo uma merecida pausa para um "leve" almoço de PF-feijoada, em um restaurante na praça principal (quase tivemos que deitar nos bancos da praça pra dormir um pouco antes de seguirmos caminho...). Na volta passamos ainda por Piracaia e logo estávamos em casa para um merecido cochilo, à tarde.

A semana seguinte foi totalmente urbana, em São Paulo, e reservada a shows. O primeiro, no Sábado, foi do Fernando Anitelli, vocalista do Teatro Mágico, em uma apresentação "voz e violão" em um Teatro (já dá pra imaginar que a escolha foi da Lorena, certo?) :-P

Antes do show nos encontramos com o Tiago (que estudou com a Lorena), que já tinha ido ao teatro retirar os ingressos e, na busca por comida, acabamos parando em uma quermesse-gourmet no Tatuapé (onde você comprava um cartão onde era inserido crédito para debitar nas barraquinhas). De lá, ainda faltando um tempo para o show, voltamos para o teatro onde ficamos conversando e esperando um casal de amigos do Tiago, antes de entrarmos para a sala para o devido show.

Apesar de eu não gostar muito de sons "leves" e muito menos cantados em português (principalmente estilo "voz-violão", MPB eu odeio, prefiro pregos no ouvido e nas têmporas), esse foi bem divertido, animado (no que pode-se chamar animado um show que você assiste em um teatro, sentado e em cadeira marcada) e realmente valeu a pena conhecer/assistir (inclusive talvez repetiremos a dose, em show aberto, em Bragança, esse mês).

Saindo do show dei uma carona para o Tiago (que ficou no metrô) e pro casal (que não lembro o nome) que moram perto de casa e logo estávamos em casa. O dia seguinte seria minha vez de escolher o show, em um festival que teria nada menos que Carcass (pesado até para meus padrões) e King Diamond. Mas esse merece uma postagem à parte. ;-)

Enviado por Tacio Philip às 10:41:19 de 04/07/2017



04/07/2017 10:06:33 (#558) - Show Terra Celta e retorno às escaladas

Tentando colocar o blog em dia (realmente não tenho tido muita paciência para postar), há quase 2 meses, no dia 27 de Maio, depois da Lorena e eu esperarmos e procurarmos por algum tempo, finalmente fomos assistir um show do Terra Celta, banda de Londrina que a Lorena já tinha assistido algumas vezes mas eu só tinha visto, durante um show curto, na abertura do festival folk odinskriegerfest. E, mostrando que a espera valeu a pena (sempre ficávamos de olho na agenda deles esperando por um show "próximo" de nós), esse show foi no "Galpão Busca Vida", a distantes 6 km de casa, em Bragança Paulista :-)

Sendo assim, lá pelas 23h (só esse horário me mata, gosto de show "matinê"), já estacionando o carro no "Galpão", a Lorena e eu nos encontramos com o Borelli e a Joice para o show que começaria por volta da meia-noite. No local demos uma andada (eu tinha ido lá, uma só vez, com o Borelli, há pelo menos uns 15 anos, época que conheci Bragança Paulista), tomei uma cerveja (e eles uma pinga artesanal) e ficamos então esperando o início do show.

O show em si foi excelente e, diferente do que eu tinha visto anteriormente, que tinha sido bem curto, esse teve umas 2 horas de duração/animação, regado com suas músicas que misturam sons folclóricos celtas com música brasileira, um show que realmente vale a pena (apesar da maioria das músicas serem cantadas em português, o que eu não gosto muito - acho que a letra "atrapalha" a sonoridade). No final, por volta das 3h da madrugada, já tendo virado abóbora há muito tempo, pegamos estrada e 6 km depois estávamos em casa.

E, aproveitando a chegada do inverno (e com ele, teoricamente, a diminuição das chuvas - o que não tem acontecido de verdade), desenterrei uma boa dose de motivação (inclusive pensando em futuras escaladas) e voltei a treinar pesado na 90 graus. E também tenho ido algumas (muitas vezes) para o Visual das Águas (do "lado" de casa) desenferrujar meus dedos na escalada em rocha, aproveitando que conheci novos parceiros para escaladas em Bragança, principalmente o Juvenil que, com sua escala de trabalho, consegue dias livres durante a semana.

E a rotina está essa: escaladas, pedais (mantenho os pedais praticamente semanais com o Alessandro em Itu), trabalho (cada vez menos nesse mundo falido e sem sentido de jogar minha vida fora vendendo meu tempo e conhecimento para os outros), show e montanhas.

E veja neste link algumas fotos do Show do Terra Celta em Bragança Paulista.

Enviado por Tacio Philip às 10:06:33 de 04/07/2017



13/06/2017 11:01:01 (#557) - Review: Livro 17 Equações que Mudaram o Mundo

No final de semana passado (dia 10/06/2017) terminei de ler o livro 17 Equações que Mudaram o Mundo de Ian Stewart.

O livro é basicamente dividido em capítulos "quase-independentes" (falo "quase" porque em alguns, mais para o final, eles faz alguma referência aos anteriores) onde mostra a história de onde veio a base para que alguém desenvolvesse tal equação, sua relevância na época e sua utilidade e derivações no mundo atual (o que achei hiper-mega-super interessante).

A leitura, pensando nos conceitos matemáticos, não é fácil. Os primeiros capítulos foram bem mas logo começou a complicar e, nos capítulos finais, assumo que não entendi quase nada da matemática implícita nas equações. Entretanto, mesmo com isso, o livro vale muito a pena. Como disse no parágrafo anterior, o que achei mais interessante mesmo foi o histórico que mostra a base que foi necessária para se chegar à equação, sua implicação na época e seu uso atual.

Tanto para quem gosta de matemática (eu!), quanto para quem gosta de história da ciência (eu também!), eu recomendo muito esse livro. Serve inclusive como livro de consulta sobre alguma fórmula em si, já que elas são abordadas de forma quase totalmente independente.

Abaixo algumas livrarias onde você encontra o livro à venda por bons preços (pesquise entre elas) ;-)
Saraiva - Livraria da Folha - Livraria Cultura - Livraria da Travessa - FNAC

Enviado por Tacio Philip às 11:01:01 de 13/06/2017



01/06/2017 11:46:51 (#556) - Review: Livro Leia isto se quer tirar fotografias incríveis de lugares - Henry Carroll

Essa semana comecei e já terminei de ler o livro Leia isto se quer tirar fotografias incríveis de lugares, de Henry Carroll, lançado pela Editora Gustavo Gili Brasil.

Este é o 3º livro de uma série (4º se considerarmos um que é um diário), de Henry Carroll, que tem como grande diferencial não se prender à técnica, mesmo a abordando quando necessária e como lembrete, mas sim, à imagem em si, o porquê de diversos exemplos, dos mais diferentes fotógrafos, serem consideradas "boas fotografias" e qual seus diferenciais.

Este terceiro livro segue o formato dos títulos anteriores (Leia isto se quer tirar fotografias incríveis, Leia isto se quer tirar fotografias incríveis de gente e Use este diário se quer tirar fotos incríveis), com uma leitura leve e agradável, agora com ênfase na fotografia de "lugares", sejam paisagens naturais, urbanas, interiores ou o que for, sempre através da leitura da imagem, fato que me lembrou muito algumas das aulas que tive na pós graduação em fotografia.

Sem dúvida é um ótimo livro para quem não quer ficar no "tecnicismo" das centenas de livros que abordam com palavras novas o que o manual da câmera já diz (como regular a câmera) e quer dar um passo adiante. Realmente é um livro que faz você pensar a imagem, o que ela representa e o que você quer transmitir. RECOMENDO!!!

Alguns links de livrarias onde você encontra este e os outros livros da série:
- Livraria Saraiva - FNAC - Livraria Cultura - Livarria da Travessa - Livraria da Folha - Editora GG

Enviado por Tacio Philip às 11:46:51 de 01/06/2017



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