Tacio Philip Sansonovski - fotógrafo macro e montanhista
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27/05/2015 19:11:53 - Big 1000 São Bento do Sapucaí II e Maria Antônia

No dia 23, Sábado, depois de uma semana de trabalho, muita mudança trabalhando como mula carregando coisas no haulbag e um pouco de treino, busquei a Lorena logo cedo no metrô e seguimos para Pedra Bela, desta vez sem alunos e para escalar na Maria Antônia, onde a Lo queria escalar até o topo.

A ida foi tranquila, chegando na cidade a pausa básica para um pão na chapa e por volta das 11h já estávamos nos equipando e subindo a via "Mãe de Ouro", indo até seu cume.

No topo algumas fotos, lanche e, com a fome apertando de verdade e pensando no açaí em Bragança, descemos via rapel (com a corda dupla e pela lateral da pedra foram apenas 2 até o chão) e seguimos nosso caminho. O resto do final de semana foi de descanso e, no Domingo, às 16h30 busquei o Osvaldo em sua casa, deixamos a Lorena no metrô e seguimos nosso caminho para São Bento do Sapucaí, para mais uma investida no "Big Mil", projeto que consiste em escalar 1000 metros de vias em um intervalo menor de 24 horas.

Eu havia feito uma primeira investida Big 1000 com o Michel no dia 14 e não conseguimos completar os 1000m, parando em 630m de escalada (escolhemos vias mais fortes e por achar que seria mais tranquilo não puxamos o ritmo). Dessa vez, sabendo como seria a pegada, a logística foi diferente. Sendo assim, chegamos no abrigo do Eliseu em São Bento do Sapucaí de noite e logo fomos dormir já que o dia seguinte seria puxado.

Na 2ª feira, dia 25, acordamos às 4h30, tomamos nosso café da manhã, acabamos de arrumar as coisas e logo pegamos estrada rumo ao Bauzinho, onde chegamos pouco depois das 6h da manhã. Com as mochilas nas costas e animados com as escaladas, às 6h10 começamos a caminhada rumo a primeira via do dia, "Galba Athaide" (3ºV 140m).

Na base nos equipamos e com o clarear do dia começamos a primeira escalada, em simultâneo, levando 46 minutos para chegar até seu topo, na grade do Bauzinho. De lá, sem perder tempo, novamente trilha morro abaixo e fomos para a base da "V de Vingança" (5ºVIsup 190m), nos perdendo um pouco para achar sua base (passamos direto na trilha).

Parte da "V" escalamos em simultâneo e parte escalamos na maneira "normal" de segurança, onde havia mais risco de queda. Com isso, essa escalada foi um pouco mais demorada, levando 1h25 até o seu final (mesmo assim um ótimo tempo para essa via).

Com as vias do Bauzinho concluídas era hora de seguir caminho, indo então até a ponta do Bauzinho onde rapelamos para o col pela via "normal". De lá mais um pouco de caminhada e logo estávamos na base da "Cresta" que emendaríamos na "Normal do Bau" (4ºIVsup 60m). Essa escalada foi super rápida, também em simultâneo e, em 19 minutos, estávamos na trilha final que nos levou até o cume da Pedra do Bau.

No cume o atravessamos na direção da Ana Chata e descemos então pela escada da face Sul, seguindo agora para a base da Ana Chata, onde havia uma longa lista de vias a nossa espera.

A primeira via foi a "Johny Quest" (4ºVsup 120m), que escalamos em 26 minutos, rapelamos de volta ao chão e logo em seguida subimos a "Surfista Prateado" (4ºVsup 120m), que escalamos em 22 minutos, ambas feitas em simultâneo. Rapelamos de volta ao chão e, com o calor começando a apertar e nossa água já acabando, seguimos para a próxima via do dia, a via que mais escalei na região e uma das que considero mais bonitas, a "Elektra" (4ºVsup 150m).

A subida da Elektra foi sob forte calor e com os "sintomas" do cansaço e desidratação começando a aparecer. A subida foi parte em simultâneo, parte "normal" e, 1h10 depois do nosso início, estávamos no topo, cansados e pensando que "só" faltavam mais duas vias para concluir o projeto.

Descemos pela trilha da Ana Chata e em 15 minutos estávamos outra vez na base da parede, entrando agora na "Tom Sawyer" com final na "Lixeiros" (4ºVsup 140m). Essa via é mais tranquila e subimos toda em simultâneo, levando apenas 36 minutos até o topo da Ana Chata, de onde, mais uma vez, seguimos pela trilha até a base da parede, chegando, finalmente, já muito cansados, na base da última via do dia, a "Peter Pan" (4ºIVsup 120m), que terminaríamos também com o final da Lixeiros.

Com a energia já na reserva mas sem pensar em desistir subimos também essa via em simultâneo, chegando ao topo da Ana Chata, já no final da tarde com o Sol se pondo, 45 minutos depois do nosso início. Estávamos muito cansados, com sede, dores no corpo mas também muito felizes de termos completado o projeto em 10h40 (do início da escalada da 1ª via até o final da 8ª e última).

No topo arrumamos os equipamentos sem muita pressa e, só pensando na água que nos esperava no carro, começamos a caminhada de volta pelos intermináveis 2km de trilha até o estacionamento do Bauzinho, onde chegamos já de noite, às 19h, e 11h50 após nossa saída. No carro a merecida água e de lá estrada de volta pra São Paulo (com uma indicação estúpida do GPS que nos levou por uns 12km de estrada de terra até Campos do Jordão).

Esse projeto "Big 1000" foi muito legal e ficamos muito felizes de termos o completado. E o Osvaldo já disse que um dos nossos próximos objetivos, mais para o final dessaa temporada, é voltar por lá pra abaixar o tempo! Vamos que vamos que essa temporada de escalada promete!!!

Enviado por Tacio Philip às 19:11:53 de 27/05/2015



21/05/2015 19:49:45 - Big 1000 São Bento do Sapucaí I e Visual das Águas

Entrando de cabeça em um desafio proposto por um pessoal no Facebook, no dia 13 de Maio o Michel e eu pegamos estrada pra São Bento do Sapucaí onde, no dia seguinte, tentaríamos escalar 1000 metros de vias em menos de 24 horas.

Saímos de São Paulo por volta das 21h e por volta das 0h já estávamos em São Bento fazendo um lanche e indo deitar para uma curta e ansiosa noite de sono, acordando pouco depois das 5h.

Tomamos o café da manhã e logo saímos, seguindo de carro até o estacionamento do Bauzinho, de onde saímos, para a primeira escalada do dia, às 6h30.

A primeira escalada foi a via "Galba Athaide" (3ºV) com 140m de extensão, a qual fizemos muito rápido, chegando ao seu final, já na grade do Bauzinho, após 1h05 de escalada. De lá, rapel até a base e então fomos para a 2ª via do dia, a "Lidiane Arnauld" (5ªVIIa), que seria o desafio do dia por ser a via com maior graduação que enfrentaríamos e ainda nunca escalada nem por mim nem pelo Michel.

Apesar de bem mais forte, o que acabou custando mais tempo, a escalada saiu sem traumas, tendo a terminado em 2h30 de escalada. De lá, mais alguns rapéis pela Galba (com direito a corda enroscada) e na sequência a 3ª via do dia, a "V de Vingança" (5ºVIsup).

A "V", por ser mais conhecida, achamos que seria mais tranquila mas o cansaço e dor nos pés já começavam a incomodar. Além disso, o tempo de deslocamento/rapel entre as vias levava mais tempo que pensávamos e acabamos a escalando em cerca de 2h40, fazendo então a 1ª pausa mais longa (de uns 5 minutos ao lado do carro), para comer um lanche e deixar o Bauzinho, por volta das 16h, rumo à Ana Chata.

A trilha para a Ana Chata, apesar de bem aberta e tranquila, é mais longa que eu lembrava. Agora tem algumas placas e entre os extremos do complexo Bauzinho, Bau, Ana Chata são quase 2 km de extensão, percurso que percorremos em uns 30 minutos antes de começar a escorregar e procurar a próxima via do dia, a "Johny Quest" (4ºVsup).

Com o final do dia chegando escalamos a "Johny" e, já no escuro, fizemos o rapel de volta à base pensando: "porque não subimos com as mochilas para sair direto pelo topo?".

De volta ao chão, com os pés doendo e com a brincadeira perdendo a graça (se continuássemos levaríamos ainda algumas horas para fechar o cronograma) resolvemos terminar por ali e ir jantar.

Com o cansaço já batendo, saímos da base da "Johny" às 19h e chegamos no carro às 19h50. De lá descida para o merecido jantar em São Bento e depois uma boa noite de sono. Apesar de não concluirmos o desafio dos 1000 metros, tendo escaldo 630 m, foi um dia muito divertido e valeu muito a pena! Valeu tanto que fazei outra tentativa na próxima semana ;-)

O final de semana foi de descanso e muito sorvete em Capivari e, essa semana, foi bem tranquila colocando o trabalho "de escritório" em dia e dando aula de macrofotografia no botânico na 4ª feira. Hoje, 5ª feira, foi novamente dia de rocha, indo com o Ola (Sueco que fez curso de escalada comigo há algum tempo), escalar no Visual das Águas, em Bragança Paulista.

No visual entrei em vias de 4º a 6º sup, repetindo 2 delas no decorrer do dia e, no final, acabei subindo 8 vias, o que foi bom para manter a lembrança de rocha nos dedos. Se tudo correr bem, mais rocha no final de semana antes do "Big 1000 II - o retorno" no começo da semana!

E, falando em escalada, nova data do Curso Básico de Escalada em Rocha em São Paulo (novamente no formato com aula teórica durante a noite e prática no Sábado) e uma Saída para escalada em Salesópolis, aberta tanto para ex-alunos quanto outras pessoas. Aproveite, as inscrições estão abertas!!!

Enviado por Tacio Philip às 19:49:45 de 21/05/2015



07/05/2015 15:10:23 - Subida do Marinzinho via Marmelópolis

Depois da subida da Pedra Bonita em Gonçalves, no dia 1º de Maio, a Lorena e eu almoçamos em São Bento do Sapucaí e seguimos nosso caminho rumo Marmelópolis - MG.

Apesar de longa a viagem foi tranquila e, por volta das 14h, estávamos estacionados na Pousada e Camping do Djalma (RECOMENDO!), onde ficaríamos acampados até o dia seguinte.

Com o chegar da noite (e junto o frio e sono) preparamos nosso rápido jantar (só aquecer um feijão e arroz carreteiro prontos na embalagem), comemos e logo fomos dormir, antes das 20h!

No dia seguinte acordamos cedo, tomamos nosso café da manhã e logo estávamos prontos pra subir o Marinzinho, pico vizinho ao Marins, por uma trilha que segue direto para ele. Começamos a andar às 7h, com a companhia do Djalma até a estrada e do Pretinho e dois de seus filhotes.

O começo da caminhada poderia ter sido poupado, subindo um pouco mais por estrada de carro, mas foi bom porque serviu para aquecer as pernas (e também aumentar um pouco o desnível da subida). Fomos seguindo sem pressa, parando para algumas fotos e, 50 min depois, estávamos no começo da trilha.

De lá o caminho segue por trilha bem aberta em mata fechada e depois de uns 30 minutos de subida tem uma bifurcação, que de um lado segue direto para o Marinzinho e do outro passa por um ponto de água e pela Pedra Montada, que foi a nossa opção.

A Pedra Montada é um bloco gigante que pode ser contornado mas ainda não foi escalado (e olhando acho que só em artificial fixo daria). Nesse ponto fizemos uma breve pausa para lanche, mais umas fotos e seguimos caminho para cima, juntando logo na trilha para o Marinzinho.

Continuamos a subida, logo encontramos o Gernot, que havia passado a noite no cume e com o passar do tempo e as nuvens chegando a trilha em mata passou a seguir em lajes e trepa pedras até que, às 10h20, estávamos no cume do Marinzinho eu, a Lorena e o Pretinho (os dois filhotes tinham desistido perto do Mirante São Pedro).

No cume comemos, vimos algumas pessoas que seguiam a travessia Marins-Itaguaré passar e com o frio e vento nos castigando, logo começamos a descer. Por ser uma subida tranquila e termos bastante tempo, cheguei a pensar em fazer uma meia travessia subindo pelo Marinzinho e descendo pelo Marins, o que dá pra ser feito tranquilamente em um dia. Entretanto, com visual zero para apreciar a paisagem e muito frio e vento, seria só sofrimento então desistimos da ideia.

A descida foi super tranquila, agora sem passar pelo desvio da Pedra Montada, encontramos ainda dois casais subindo e, às 13h, estávamos de volta no camping do Djalma, depois de exatas 3h de nossa saída.

No camping falei com o Djalma para ver se ainda dava tempo de termos um almoço (na saída não tínhamos deixado avisado porque não sabíamos que horas voltaríamos se fossemos fazer a mini travessia) e depois de algum tempo estávamos comendo um ótimo arroz, tutu de feijão, couve e linguiça, tudo que precisávamos para repor as energias, enquanto o Du (filho do Djalma) dava uma "meio" lavada no meu carro (com os pagamentos ele pretende comprar uma bike) :-)

Alimentados, com o acampamento desarmado e tudo no carro nos despedimos e logo seguimos a longa estrada de volta. Mesmo ainda sendo Sábado, achamos melhor voltar direto para Capivari e assim aproveitar o Domingo para descansar. Os mais de 400km de estrada foram super longos mas, no começo da noite, estávamos em Capivari para o merecido descanso.

No dia seguinte só passeios e comida pela cidade e, na 2ª, estrada de volta pra São Paulo.

Para quem quiser fazer uma boa trilha bate-volta, com um bom desnível (1100m), o Marinzinho via Marmelópolis é uma ótima pedida. E recomendo usar como base a Pousada e Camping do Djalma, que além de super atencioso, nasceu e viveu sempre por lá, conhecendo muito melhor a região que o "famoso" (e chato) Maeda.

Algumas fotos estão no link Marinzinho via Marmelópolis.

Enviado por Tacio Philip às 15:10:23 de 07/05/2015



05/05/2015 20:26:31 - Subida da Pedra Bonita em Gonçalves

Aproveitando mais um feriado prolongado, no final da tarde de 5ª feira, dia 30 de Abril, a Lorena e eu pegamos estrada rumo Gonçalves, no Sul de Minas Gerais.

Saímos de Capivari, enfrentamos um pouco de trânsito na região de Campinas e depois seguimos pela Dom Pedro e Fernão Dias até sairmos em Cambuí, por estrada de terra, rumo Gonçalves, onde chegamos já de noite. Na cidade uma breve pausa para um pastel e churros em festa de rua e logo seguimos para a Fazenda Campestre, parando para "acampar" no porta-malas do carro já dentro da fazenda.

No dia seguinte acordamos bem cedo e seguimos de carro até onde se encontram algumas casas, entre elas onde fica o Refúgio Kalapalo do Guilherme Cavallari e Adriana, sendo recepcionado por eles, que nos deram algumas dicas de acesso à Pedra Bonita.

Às 7h30 e a 1575m começamos a caminhada com a companhia na Nala (cachorra) e fomos seguindo pela estrada que em seguida se tornou pasto e depois trilha em mata. A trilha é super tranquila, bem aberta, e segue sempre para cima. Infelizmente não pudemos aproveitar muito o visual, já que estava muito nublado, mas às 9h10 estávamos a 2074m de altitude, no cume da Pedra Bonita, montanha que eu ainda não conhecia.

No cume uma rápida pausa para bolachas, fotos e, fugindo do frio, começamos logo a descida. A descida foi mais rápida ainda e, às 10h30, estávamos de volta conversando com a Adriana e conhecendo o refúgio (ótima opção para quem quer passar mais dias explorando a região).

Pouco tempo passou e, como nossa ideia era seguir para outro lugar, logo pegamos estrada, dessa vez seguindo para São Bento do Sapucaí para o merecido almoço no Taipa. Em São Bento fizemos também uma pausa para comprar o jantar do dia (já que não sabíamos ao certo onde iríamos parar) e logo seguimos estrada rumo à Marmelópolis. Mas isso fica para a próxima postagem ;-)

Essa montanha de Gonçalves é uma das que encontrei fazendo uma busca com o Google Earth por pontos acima de 2000m e ainda não a conhecia. Apesar de fácil e pouco conhecida, a trilha é bem gostosa e merece uma repetição em algum dia com clima mais favorável. Inclusive é uma ótima opção para os "dias de descanso" de quem passa temporadas mais longas de escalada em São Bento. Com certeza voltarei (nela e para explorar outras na região).

E algumas fotos podem ser vistas no link Pedra Bonita - Gonçalves - MG.

Enviado por Tacio Philip às 20:26:31 de 05/05/2015



29/04/2015 20:02:25 - Festival Thorhammerfest com Manegarm e curso de escalada

No dia 21, depois de retornar de viagem com o Jonas e Lucas da nova a Travessia Davi-Parofes, por volta das 18h cheguei em casa, tomei um banho rápido, troquei de roupa e logo saí rumo ao Thorhammerfest, um festival de folk metal.

Por causa da viagem (eu não sabia que horas voltaria) eu ainda não tinha ingressos e também não sabia que hora seriam os shows, só sabia que o festival começaria às 15h e teriam cinco bandas, fechando com os suecos do Manegarm, o show que eu queria assistir.

De metrô logo cheguei na estação Mal. Deodoro, andei três quarteirões e por volta das 19h10 estava no clube Piratininga me informando e vendo que ainda faltavam duas bandas se apresentar. Logo entrei, fiz questão de comprar um chope artesanal (e um dos últimos copos do festival disponíveis) e, enquanto desfrutava do meu chope escuro começava o show do Scythia, banda canadense.

O show foi super animado e, logo que terminou, fui pegar meu 2º chope e aproveitei pra dar uma volta pelas "barraquinhas" que vendiam desde CDs, colares, caixas decoradas até chifres para serem usados como copos. Com o tempo passando e o cansaço pesando (nesse dia tinha acordado às 5h30, no cume dos 3 Picos de Itatiaia, depois de bivacar pela 4ª noite consecutiva) fiquei sentado em uma mesa até o show do Manegarm começar.

Com a chegada da banda fui mais para frente e fiz mais algumas poucas fotos até o final do show. No final reencontro o Fernando Nery, que não via há uns 20 anos (ele foi meu bicho no técnico em química) e de lá fomos embora juntos para o metrô, lembrando um pouco do longínquo passado e logo eu estava em casa novamente, para o merecido descanso em uma cama de verdade.

O restante da curta semana foi tranquila e, no final de semana, dei aulas para a 22ª turma do Curso Básico de Escalada em Rocha, turma pequena mas muito divertida. Dessa vez, para a aula prática, como Pedra Bela estava absurdamente lotada fizemos a aula na Maria Antônia. Se de um lado achei que atrapalhou um pouco a logística e conteúdo, por outro acho que os alunos puderam vivenciar uma escalada mais "verdadeira" que a normalmente experimentada na Pedra do Santuário.

Essa outra semana também foi curta, já que há um feriado na sexta e hoje, já fechei minha semana útil. Amanhã só resolver algumas coisas até a hora do almoço e depois estrada. No final de semana prolongado outras montanhas em vista, agora com a companhia da Lorena: uma inédita pra mim e outra uma repetição por uma trilha nova.

E algumas fotos do show do Schytia e Manegarm estão no link Thorhammerfest 2015.

Enviado por Tacio Philip às 20:02:25 de 29/04/2015



28/04/2015 10:19:21 - Travessia Davi-Parofes (Serrinha-Pico do Gigante-Pico do Ovo-3 Picos de Itatiaia-parte baixa)

O ano de 2014 foi trágico para o montanhismo: em Novembro morre, devido a ataque de abelhas em Andradas, Davi Marski e em Maio o Parofes (Paulo Roberto Felipe Schmidt) perde sua luta para a leucemia. Eu já havia escalado e subido montanhas com o Davi em algumas ocasiões e subido muitas outras montanhas com o Parofes, inclusive essas montanhas eram um projeto nosso. Essa travessia é uma homenagem a esses dois grandes montanhistas casca-grossa.

Muito tempo passou desde a tentativa passada de chegar ao Pico do Gigante em Maio de 2012. O tempo foi passando, as ideias amadurecendo, as informações foram sendo juntadas e, com essa montanha/travessia entalada na garganta, agora em Abril de 2015 foi a hora de chamar dois amigos para uma boa roubada e pegar estrada.

Dia 1
Sendo assim, no dia 17 de Abril, véspera do final de semana prolongado por causa do feriado, busquei o Jonas em sua casa, o Lucas no metrô e logo pegamos estrada rumo Itatiaia. A viagem foi tranquila, conseguindo fugir do trânsito e, após uma pausa para jantar em Itatiaia, por volta das 21h estávamos na Pousada Caram - www.pousadacaram.com, na Serrinha, onde fomos recebidos pelo seu dono, o Guilherme Caram.

Após um bom tempo de bate-papo e com seu aval, estacionamos o carro, colocamos as mochilas nas costas e por volta das 22h começamos a trilha que leva ao Pico do Gigante. O começo da trilha às vezes confunde por causa das bifurcações mas aos poucos fomos seguindo, nos achando e seguindo cada vez mais para cima. Mesmo com uma trilha no GPS, às vezes nos perdíamos devido a trilha fechar (principalmente por causa de árvores caídas) e então, depois de tentar e tentar diversas vezes reencontrar a trilha após uma grande árvore tombada, decidimos procurar um local para o bivac e prosseguir no dia seguinte, principalmente porque já era mais de 1h da madrugada.

Sem perder muito tempo achamos, ao lado da trilha, uma área um pouco mais aberta, abrimos nossos isolantes, sacos de dormir e desmaiamos em uma merecida e curta noite de sono.

Dia 2
No dia seguinte, 18/04, acordamos por volta das 6h, comemos algo light, guardamos as coisas e às 6h30 começamos a caminhada, desta vez conseguindo achar o caminho por cima/dentro/lado/embaixo da árvore tombada e reencontrando a trilha. Em cerca de 1h estávamos parados, agora para o café da manhã de verdade, próximos ao último ponto de água da subida, onde ficamos mais de 1h.

De volta a subida fomos seguindo a trilha, que acaba sendo melhor que na parte mais baixa por não ter bifurcações, passamos por um trecho mais exposto onde além de vermos uma jararaca, o Lucas levou uma queda e eu derrubei minha mochila (tendo que ser resgatada no barranco) enquanto tentava ajudar na subida. Isso foi bom para nos deixar mais espertos e não bobear naquele local.

Subindo o Pico do Gigante via Serrinha

Logo na sequência chegamos na chaminé, correntes e continuamos a subida, cada vez mais podendo observar a paisagem ao lado. Algum tempo se passou e chegamos também à Gruta, onde perdemos um bom tempo tentando achar o caminho para atravessar e prosseguir.

Continuamos subindo, chegamos a umas lajes de pedra e, com o final da tarde se aproximando, assim que achamos um local bom para bivac paramos, isso por volta das 17h15. Com o final do dia se aproximando aproveitei para algumas fotos e logo em seguida preparar meu jantar e dormir.

Dia 3
No nosso 3º dia acordamos, tomamos café, colocamos as mochilas nas costas e às 7h20 começamos a caminhar. O começo foi bem tranquilo passando por trilha razoavelmente bem aberta e pulando pedras até que empacamos MUITO. No dia anterior, no final da tarde, eu tinha explorado um pouco o que seria a continuação da trilha mas não me lembrava bem e, devido ao cansaço do dia anterior, achava que tinha ido mais longe do que realmente tinha ido. Assim, depois de muito procurar, procurar, ir, voltar, ir novamente, procurar mais perdemos muito tempo e só encontramos, ou melhor, resolvemos abrir a trilha, perto das 10h da manhã, quando atravessamos uma canaleta de bambus, seguimos por uma crista de rocha, atravessamos novamente a canaleta de volta e ai começamos a subir na encosta entre os mais bambus e a rocha.

Sol nascendo no bivac perto do Pico do Gigante

Felizmente estávamos no caminho certo e, mesmo tendo que abrir a trilha em diversos pontos, aos poucos progredimos e chegamos à crista do Pico do Gigante, quando o seu cume se encontrava a menos de 50 metros de nós. De lá uma simples caminhada por rochas e, às 12h30, estávamos em seu cume.

Cume do Pico do Gigante

No cume uma longa pausa para ver os relatos de cume (a montanha foi conquistada em 1956!), deixar nossas assinaturas no livro de cume e, claro, lembrar de quando o Parofes e eu estivemos a menos de 1km dessa montanha, sem conseguir progredir.

Ficamos por lá observando, quando as nuvens deixavam, o Pico do Ovo e 3 Picos de Itatiaia de um lado e, do outro, o planalto do PNI até que seguimos nosso caminho, pela crista e, assim que vimos um totem começamos a descer rumo ao vale.

Saindo do cume do Pico do Gigante e indo para o Pico Ovo

Água na descida do Gigante

Este trecho não tem trilha aberta e fomos seguindo um track de GPS apenas para ter alguma referência de direção (para baixo e pra direita). Fomos descendo abrindo caminho metro a metro até que, quase às 16h, chegamos em uma nascente embaixo de algumas pedras. Lá, sem saber que teríamos água na sequência, enchemos nossos reservatórios e, felizes por termos água (já estávamos começando a economizar e a coletar água de bromélias) seguimos descendo, muitas vezes pelo próprio leito do rio.

Ao chegar no colo entre o Gigante e o Ovo nos deparamos com uma selva de bambus. Tentamos diversas vezes procurar um caminho "menos pior" e, sem sucesso, já no escuro, decidimos parar, dormir e seguir no dia seguinte. Bivacamos ao lado do riacho, em um dos piores lugares que dormi até hoje (úmido, pequeno e torto), já por volta das 20h. Lá um jantar e uma curta noite se sono mal dormido e com o psicológico abalado.

Bivac entre Gigante e Ovo

Dia 4
No 4º dia em meio à mata, dia 20 de Abril, acordamos, tomamos café e, com o ânimo de completar a travessia circulando novamente pelo sangue, por volta das 7h30 começamos a caminhar. Sabendo do que havíamos encontrado no dia anterior (a selva de bambus) e que não haveria um caminho "bom", olhamos no GPS a direção que devíamos seguir e assumimos literalmente que a menor distância entre dois pontos é uma reta. O Jonas e eu fomos alternando a frente, abrindo a trilha entre os bambus metro a metro e sempre definindo pequenas metas, como "chegar naquela árvore", que estava a uns 20 metros de nós (pensar em atravessar a selva inteira era muito distante e estressante).

Entre Gigante e Ovo no local ruim de bivac

Fomos seguindo, seguindo, seguindo e seguindo por um trecho que não acabava nunca até que, de repente, quando o colo acaba e chegamos na encosta do Pico do Ovo, encontramos uma trilha bem aberta e pra cima. Fomos a seguindo, em poucos trechos ela nos confundia (em meio à pedras e já quase na crista) mas logo chegamos na crista final que leva ao cume do Pico do Ovo.

Chegando no cume do Pico do Ovo

Com as mochilas deixadas para trás (voltaríamos por esse trecho) o Jonas e eu seguimos até chegar perto do cume, em uma crista lateral, vendo o cume na nossa esquerda. Descemos um pouco, subimos outra pedra e então chegamos ao lado co cume principal. De lá uma chaminé para baixo apoiando em uma pedra grande que balançava (não tinha como não lembrar do Aaron Ralston), passar por baixo de uma pedra se arrastando, saltar um outro precipício e ai sim, chegar na base da pedra principal, onde tem algumas placas. De lá, uma escaladinha solo de 3º grau mas E5 até o cume, onde existe um grampo P para ajudar na descida.

Chegamos no cume por volta das 11h10 e enquanto fazíamos diversas fotos olhávamos o Pico do Gigante imponente ao nosso lado e os 3 Picos de Itatiaia para o outro, bem abaixo, o que nesse ponto passava a ser nossa próxima meta.

Cume do Pico do Ovo

Às 11h30 saímos do cume (em uma desescalada simples mas MUITO tensa), nos encontramos com o Lucas, pegamos mais abaixo as mochilas e seguimos nossa descida. O começo da trila confunde um pouco, tendo que descer um trecho de pedra que não tínhamos certeza se era por ali (mas ao tentar contornar vimos que era a única opção) e logo vai melhorando. Um grupo havia aberto essa trilha.

Mesmo com a trilha reaberta ano passado, em diversos trechos ela fechava, principalmente por causa dos bambus, que crescem muito rápido. Assim, fomos descendo e dando uma manutenção quando possível e, quanto mais para baixo íamos, melhor a trilha ficava. Em um trecho que a trilha vira 90 graus para a direita nos perdemos um pouco mas, depois de perceber que era uma árvore que havia tombado, conseguimos achar o caminho e novamente a deixar aberta para os próximos que passarem por lá.

Fomos seguindo, seguindo, seguindo, felizes por termos passado os "cruxes" da travessia e já com o nome/homenagem da travessia definido: "travessia Davi-Parofes". Nada como homenagear dois amigos casca grossa com uma travessia também casca grossa!

Aos poucos a trilha passa a seguir por um lindo bosque e, seguindo as marcações em árvores logo chegamos à cachoeira dos 3 Picos de Itatiaia, isso quase às 17h30.

Na cachoeira dos 3 Picos de Itatiaia depois da travessia Davi-Parofes

Mortos de cansaço pegamos um pouco de água e, com o que restava de energia, subimos pela trilha bem aberta até o cume dos 3 Picos onde pudemos jantar e bivacar em um ótimo lugar.

Dia 5
No dia 21 de Abril, feriado, acordamos sem muita pressa, tomamos nosso café da manhã, arrumamos as coisas e às 8h começamos a descida, chegando na cachoeira às 8h40. De lá mais trilha aberta e às 10h estávamos na saída da trilha, onde era a piscina do antigo Hotel Simon (hoje abandonado).

Descendo dos 3 Picos de Itatiaia depois da travessia Davi-Parofes

Final da descida dos 3 Picos depois da travessia Davi-Parofes - antigo hotel Simon

Felizes com o projeto concluído (acreditamos que fomos o primeiro grupo a ter "encadenado" esses trechos fazendo com que se torne uma travessia) agora nossa preocupação era como ir de volta à Serrinha para resgatar o carro. Fomos descendo pela estrada e então paramos na casa Gaia, onde já fiquei algumas vezes com alguns amigos e lá encontramos o Gibby, que mora no local. Enquanto relaxávamos um pouco na grama e ao Sol o Gibby conseguiu um taxista para nos resgatar e levar de volta ao carro.

Hotel Simon depois da descida dos 3 Picos e travessia Davi-Parofes

Saímos da casa às 11h15 e às 12h35 estávamos de volta à pousada Caram, onde encontramos o Guilherme e contamos que tudo tinha corrido como esperado (o Guilherme foi super atencioso. Inclusive, diversas vezes o Lucas e o Jonas trocaram mensagens com ele perguntando se tudo estava ok conosco durante a travessia).

Depois de um bom tempo de bate papo colocamos tudo no porta-malas, fechamos nossa conta do "estacionamento" e, às 13h começamos a descer. Na volta, destruídos fisicamente mas com a sensação de "dever cumprido", pausas apenas para o merecido almoço, combustível e lá pelas 18h estávamos em São Paulo.

FIM
Agradeço aos parceiros de roubada (Lucas e Jonas), às pessoas que colaboraram com informações e tracks para que essa travessia fosse possível (Claudia Bessa e Guilherme Caram) e a todas pessoas que, aos poucos, foram abrindo os trechos de trilha, fazendo com que conseguíssemos reabrir um trecho intermediário e completar essa travessia. Esperamos que mais grupos encarem este desafio de modo a não deixar com que ela feche mais uma vez.

O track desta travessia pode ser baixado no Wikiloc: pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9455028.

Algumas fotos da travessia podem ser vistas no link Travessia Davi-Parofes.

Dedico esta travessia ao Davi Marski e ao grande Parofes, parceiro que devia estar fisicamente comigo nessa travessia mas infelizmente não pode, indo somente na minha memória.

Enviado por Tacio Philip às 10:19:21 de 28/04/2015



14/04/2015 13:00:07 - Show Eluveitie e subida com escalada da Pedra Grande de Atibaia

O final de semana que passou teve uma mistura de música e montanha, com show em São Paulo e trilha mais escalada em Atibaia.

No Sábado, dia 11, a Lorena e eu fomos no Carioca Club assistir o show do Eluveitie, banda suíça de folk metal. Como não podia deixar de ser, a banda não estava completa, dessa vez faltava uma das garotas e o baixista. Essa foi a terceira vez que vejo um show deles e em nenhuma das apresentações o grupo estava completo, em cada show eles dão uma desculpa (e to começando a achar que é corte de custo mesmo, afinal uma banda não precisa ter 8 integrantes). Pelo menos dessa vez não teve atraso, como na apresentação anterior que atrasou umas 2h e, por volta das 21h já estávamos no carro indo embora.

Algumas fotos do show podem ser vistas no link Show Eluveitie - São Paulo.

Já no Domingo, sem pressa de acordar cedo, levantamos, tomamos café da manhã e perto da hora do almoço saímos, rumo Atibaia. No caminho umas esfihas do Habbibs e suco de laranja para viagem (o que seria nosso almoço no carro) e, às 13h29 começávamos a caminhar para subir a Pedra Grande de Atibaia.

Passaram-se uns 10 minutos e, por uma enorme coincidência, encontramos o Jonas e a Dila também na trilha, então fomos seguindo juntos até o topo, onde armei um top rope na via de aderência atrás do cume e depois, com os dedos animados para sofrer dor, entrei ainda na via "Falange Vermelha", que não precisa de muita explicação do porquê do nome, uma via que considero um 6ºsup/7a onde o crux é aguentar a dor.

Com o final da tarde chegamos pegamos nosso caminho de volta, chegando na base onde o carro nos esperava já com o auxílio das headlamps. Em Atibaia a (quase) obrigatória parada no Califa para comer uma esfiha e depois estrada para Capivari.

Algumas fotos estão no link Escalada e Trilha Pedra Grande - Atibaia.

Agora é só esperar o final de semana/feriado, que será bem aproveitado com um bom projeto. ;-)

Enviado por Tacio Philip às 13:00:07 de 14/04/2015



10/04/2015 19:46:14 - Abrindo a temporada de escalada 2015 em Salesópolis e com curso

Apesar de necessárias para reabastecer as represas, já que elas estão ainda com o nível muito baixo (veja essas fotos do sistema cantareira) estamos chegando na época com menos chuvas e fria e, com isso, a temporada de escalada em rocha e montanhismo começa.

No mês que passou, dia 7 a Lorena, alguns seus amigos e eu fomos até Nova Odessa andar de Kart. Eu só tinha andado 3 vezes, em Atibaia, e gostei bastante desse "novo" lugar, inclusive pretendo voltar lá em breve para testar o novo traçado da pista (eles mudam mensalmente).

Durante a semana trabalho "normal" e, no final de semana, uma turma do Curso Macrofotografia e Close-up em São Paulo, fechando a temporada de cursos macro (quem se interessar, até o início da Primavera apenas aulas particulares ou o Vídeo Curso Macrofotografia e Close-up. Além disso, durante a semana uma aula particular do Curso de GPS com uma ex-aluna de fotografia.

Nos dias, ou melhor, semanas seguintes, bastante trabalho "normal", passeios light entre São Paulo e Capivari até que, já em Abril, no dia 4, o Osvaldo e eu fomos para Salesópolis para desenferrujar um pouco os dedos e equipamento e escalar em rocha. Já faz uns 4 meses que voltamos aos treinos de verdade na 90 graus (que já estão dando resultados) mas, escalar em rocha, é outra coisa e o "feeling" e psicológico que precisaremos, só escalando muito em rocha!

Chegamos em Salesópolis de manhã e antes das 10h estávamos na base nos equipando para escalar. A ideia era fazer mais volume, inclusive para poder calejar novamente os dedos e não se machucar, então escalando 6 vias de 3º a 7º grau ("Coça as Costas do Duende", "Santa Ignorância", "Polenta Frita", "Super SayaJin", "Nephila" e "120 graus"), até guardarmos tudo de volta na mochila e pegarmos o caminho de volta por volta das 14h.

No retorno uma pausa, obvia, pra açaí no centro de Salesópolis (finalmente encontramos um açaí por lá - e muito bom) e depois estrada de volta para São Paulo, onde chegamos no começo da noite. Com essa escalada consideramos aberta a nossa temporada 2015 de escaladas (e virão muitas mais).

E, ainda falando em escalada, nesse mês também voltam os cursos básicos de escalada em rocha, com uma turma já confirmada para os dias 25 e 26 desse mês. Para se inscrever acesse o site www.clibing.com.br (aproveite que a temporada está só começando!).

E, nas últimas semanas, gastei um bom tempo também com moedas (uma das minhas inúmeras coleções). Agora, com um livro-catálogo das moedas nacionais em mãos e tendo desenvolvido um aparato exclusivo para fotografá-las, estou as organizando melhor e fechando os buracos da coleção, que da década de 70 até os dias atuais são bem poucos. Algumas fotos das moedas feitas com o novo "coin photographator tabajara" - que permite fotos sem reflexo algum - postei no site tacio.macrofotografia.com.br (mas estou pensando em montar pelo menos uma página independente para elas). E novas moedas estão a caminho, tanto "normais" quanto algumas comemorativas.

E esse final de semana será com a Lorena em show do Eluveitie no Sábado e, provavelmente, uma trilha e/ou escalada no Domingo, já me preparando para os inúmeros projetos de trilha/montanha/escalada desse ano (inclusive um deles bem próximo).

Enviado por Tacio Philip às 19:46:14 de 10/04/2015



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