Tacio Philip Sansonovski - fotógrafo macro e montanhista
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13/06/2017 11:01:01 - Review: Livro 17 Equações que Mudaram o Mundo

No final de semana passado (dia 10/06/2017) terminei de ler o livro 17 Equações que Mudaram o Mundo de Ian Stewart.

O livro é basicamente dividido em capítulos "quase-independentes" (falo "quase" porque em alguns, mais para o final, eles faz alguma referência aos anteriores) onde mostra a história de onde veio a base para que alguém desenvolvesse tal equação, sua relevância na época e sua utilidade e derivações no mundo atual (o que achei hiper-mega-super interessante).

A leitura, pensando nos conceitos matemáticos, não é fácil. Os primeiros capítulos foram bem mas logo começou a complicar e, nos capítulos finais, assumo que não entendi quase nada da matemática implícita nas equações. Entretanto, mesmo com isso, o livro vale muito a pena. Como disse no parágrafo anterior, o que achei mais interessante mesmo foi o histórico que mostra a base que foi necessária para se chegar à equação, sua implicação na época e seu uso atual.

Tanto para quem gosta de matemática (eu!), quanto para quem gosta de história da ciência (eu também!), eu recomendo muito esse livro. Serve inclusive como livro de consulta sobre alguma fórmula em si, já que elas são abordadas de forma quase totalmente independente.

Abaixo algumas livrarias onde você encontra o livro à venda por bons preços (pesquise entre elas) ;-)
Saraiva - Livraria da Folha - Livraria Cultura - Livraria da Travessa - FNAC

Enviado por Tacio Philip às 11:01:01 de 13/06/2017



01/06/2017 11:46:51 - Review: Livro Leia isto se quer tirar fotografias incríveis de lugares - Henry Carroll

Essa semana comecei e já terminei de ler o livro Leia isto se quer tirar fotografias incríveis de lugares, de Henry Carroll, lançado pela Editora Gustavo Gili Brasil.

Este é o 3º livro de uma série (4º se considerarmos um que é um diário), de Henry Carroll, que tem como grande diferencial não se prender à técnica, mesmo a abordando quando necessária e como lembrete, mas sim, à imagem em si, o porquê de diversos exemplos, dos mais diferentes fotógrafos, serem consideradas "boas fotografias" e qual seus diferenciais.

Este terceiro livro segue o formato dos títulos anteriores (Leia isto se quer tirar fotografias incríveis, Leia isto se quer tirar fotografias incríveis de gente e Use este diário se quer tirar fotos incríveis), com uma leitura leve e agradável, agora com ênfase na fotografia de "lugares", sejam paisagens naturais, urbanas, interiores ou o que for, sempre através da leitura da imagem, fato que me lembrou muito algumas das aulas que tive na pós graduação em fotografia.

Sem dúvida é um ótimo livro para quem não quer ficar no "tecnicismo" das centenas de livros que abordam com palavras novas o que o manual da câmera já diz (como regular a câmera) e quer dar um passo adiante. Realmente é um livro que faz você pensar a imagem, o que ela representa e o que você quer transmitir. RECOMENDO!!!

Alguns links de livrarias onde você encontra este e os outros livros da série:
- Livraria Saraiva - FNAC - Livraria Cultura - Livarria da Travessa - Livraria da Folha - Editora GG

Enviado por Tacio Philip às 11:46:51 de 01/06/2017



25/05/2017 14:33:39 - Como vender fotografias em bancos de imagem na internet

Já faz um tempo que eu penso em escrever esse texto e, agora que completou mais de 1 ano que estou vendendo imagens em alguns bancos de imagem internacionais (desde jan/2016), acho que dá pra colocar minha opinião e experiência com isso.

A primeira coisa que eu penso sobre o tema é: eu devia ter começado antes! Certamente, se eu tivesse começado a postar imagens tão cedo quanto eu comecei a fotografar, hoje em dia teria muito mais imagens disponíveis (com isso teria mais vendas), teria mais experiência (então postaria fotos mais vendáveis) e no final, estaria ganhando mais.

Neste um ano e meio de "trabalho" com banco de imagens não ganhei uma fortuna, ainda estou longe de viver só disso, mas também não posso reclamar muito. Uma das coisas que fazem diferença é você "acertar na veia" com alguma imagem que não seja muito fácil de se encontrar e que tenha procura. Eu, por exemplo, tenho uma foto de um Aedes aegypti que é responsável por mais de 50% de TODAS minhas vendas (dá-lhe Dengue!).

E, falando em valores, muita gente desanima quando fica sabendo das comissões de venda sobre cada imagem, mas você têm que pensar em atacado (venda em quantidade, por isso penso que devia ter começado antes). Esse valor varia de um banco de imagem para outro e varia também de acordo com o uso da imagem. A maioria das vendas (normalmente imagens baixadas por pessoas que tem assinaturas no banco de imagens) realmente pagam pouco, ficando em torno de US$0,20 - US$0,50 por download (em alguns sites esse valor sobe se você vender acima de determinada quantidade). Entretanto, é comum também ter algumas vendas com valores maiores, de pessoas que compram apenas uma (ou algumas) imagens no site, com esse valor podendo variar de US$1,00 até (no meu caso) US$62,50 (sim, US$62,50 em uma única venda, o que não é nada mal).

Outra coisa, todos os valores (nesses sites que indico) são em dólares. Para sacar o valor ganho a maneira mais fácil é usando paypal e é necessário "juntar" uma quantidade de vendas antes de poder sacar (esse valor varia entre US$30 e US$100, depende o site).

Na imagem abaixo usei como referência para o comparativo a quantidade de downlods/ganhos da minha imagem mais vendida, que enviei logo que me cadastrei em todos os sites que listo abaixo, durante um período de quase 1 ano e meio. Está ordenado por ganho - note que um dos bancos de imagem, mesmo com menos downloads, está acima na lista, então foi pago melhor valor por ele. Para esse "resumo" estou usando o programa Microstockr (ainda testando, instalei esses dias para poder controlar melhor as vendas).

Sobre o tema das imagens a serem postadas, pode-se dizer que tudo tem potêncial para venda (natureza, pessoas objetos, animais, abstratas, esportes, editoriais e o que você imaginar), desde que seja uma foto tecnicamente bem feita (quando você envia uma imagem ela é analisada e às vezes rejeitada se não condizer com os padrões do banco de imagem - mas uma imagem rejeitada em um site muitas vezes é aprovada em outro, não tem um padrão universal).

Entretanto, o que aumenta o potencial de venda de uma fotografia é sua exclusividade (aí que entra o olhar diferenciado do fotógrafo). Mas às vezes uma imagem que você não dava sequer valor acaba tendo uma boa saída e outra imagem, que você achava que venderia milhões, fica encalhada sem vendas. Acredito que se você tiver alguma experiência com publicidade/propaganda ficará mais fácil saber o que o mercado está procurando. Para ajudar nisso, muitos sites têm blogs onde eles dão dicas das tendências atuais de imagem, vale a pena ficar de olho nisso. E lembre-se: fotos de pessoas necessitam de termo de autorização - os sites já fornecem um modelo - e para uso publicitário não pode aparecer nenhuma marca ou logotipo na fotografia (esses são motivos comuns para rejeição).

Procurando equipamento fotográfico (ou qualquer outra coisa)? Clique aqui e compare o valor em dezenas de lojas!

Fechando o texto, para não ficar muito longo, abaixo links para cadastro nos bancos de imagem que participo atualmente. Estão listados em ordem de "retorno financeiro" que tive até hoje (mas não pode ser uma referência absoluta porque não enviei para todos a mesma quantidade de imagens). Inclusive, aqui uma coisa interessante: alguns deles tem opção para você ser vendedor exclusivo, tendo comissões mais altas, mas não exigem isso. Então, tendo a imagem ajustada, nada impede que você a envie para diferentes sites.

Shutterstock - Portfolio
De longe esse é onde mais vendi até agora.

Adobe Stock/Fotolia - Portfolio fotolia / Portfolio adobe stock
Não vende muito mas sempre sai alguma coisa.

istock/Gettyimages - Portfolio
Parece que agora estou começando a engrenar nele e as vendas tem aparecido mais.

Dreamstime - Portfolio
Fraco mas ainda tenho esperança neles. Atualmente enviei mais material.

Depositphotos - Portfolio
Muito fraco. Praticamente abandonei (faz tempo que não envio material novo).

Se gostou do texto não deixe de compartilhá-lo nas redes sociais, enviar para seus amigos e deixar sua curtida e comentários aqui embaixo!

Boas vendas, não desanime (o início é lento) e pense em vendas no atacado! ;-)

Enviado por Tacio Philip às 14:33:39 de 25/05/2017



07/04/2017 21:54:03 - Hospital São Paulo e os neurologistas Vinícius Burnett e Bruno M.L.Badia

Ontem deixei um comentário sobre o que aconteceu no dia 22/03/2017, no hospital São Paulo, em sua página no Facebook mas, como o comentário foi denunciado (provavelmente por algum(ns) desses médicos e "amiguinhos de classe") o mesmo foi excluído da página e eu fui bloqueado para publicações, comentários ou o que for por 3 dias. Para evitar que isso ocorra novamente e poder contar o ocorrido resolvi então postar aqui no meu blog, onde eles não podem "clicar em denunciar" e apagar (afinal, só estou postando o que aconteceu, não estou inventando histórias).

Se você precisa (ou pode vir a precisar) do atendimento do Hospital São Paulo ou dos médicos Vinícius Burnett e Bruno M. L. Badia, dê uma lida e tire suas conclusões.

Resumo:
No dia 22 de Março de 2017 minha mãe acordou passando mal, sem sentir o lado esquerdo do corpo e foi levada até o hospital São Paulo (laboratório dos estudantes da Unifesp) por alguns de seus amigos vizinhos (eu estava fora do estado no momento do ocorrido).

Conforme me contaram, o pronto atendimento do hospital foi ok, tudo conforme o esperado e no caso minha mãe tinha sofrido um AVC, sendo prontamente atendida e fazendo diversos exames imediatamente (tomografia, hemograma, eletrocardiograma etc.) de acordo com o protocolo para o caso.

Neste meio termo, eu que estava em Ponta Grossa - PR, retornava para São Paulo, chegando ao hospital por volta das 15 h, quando minha prima já acompanhava minha mãe e, para nossa surpresa, já tinha recebido alta e podia voltar para casa com uma simples receita de AAS para afinar o sangue e sinvastatina para colesterol.

Mesmo surpreso com essa liberação (após umas 6 horas da entrada no hospital) retornamos para casa onde eu conversei com diversas pessoas (da área de saúde) e todos comentavam que o padrão para AVC era ficar em observação por 72 horas pois a reincidência é muito comum.

Com o chegar da noite e minha mãe sofrendo de dor de cabeça (como o médico que a liberou disse: "se sentir algo volte") resolvemos voltar ao hospital São Paulo.

Novamente o pronto atendimento foi ok, em casos assim o atendimento é razoavelmente rápido e, após sermos atendidos por uma provável residente, o "neurologista" veio também dar uma olhada, disse ter olhado a tomografia (tinha uma imagem na tela do computador), fez uns testes de reflexos e disse pra irmos para casa descansar (!!!).

Felizmente minha mãe não teve nenhum outro AVC mas no dia seguinte, como garantia, passamos por consulta (em médicos particulares - não temos convênio) com clínico geral e neurologista, ambos confirmando que no caso de AVC era (na palavra de um dos médicos) "ridículo terem liberado assim".

Hoje, passadas duas semanas, minha mãe está se recuperando bem, fez uma grande quantidade de exames, está medicada, fazendo fisioterapia e logo devemos voltar ao ritmo de vida normal.

Fica aqui então essa minha indignação (bem resumida para que as pessoas leiam) com o Hospital São Paulo mas, mais ainda, pelo tratamento de "manda pra casa" dos "doutores":
- Vinícius Burnett - CRM-DF 23144 CRM 186884 (1º médico a liberar no período da tarde)
- Bruno M.L. Badia - CRM 176617 (médico do atendimento noturno)

Tire suas conclusões sobre esses "médicos".

E, para poder ajudar mais pessoas que possam ter problemas com médicos, usem este link para informações e formulário sobre como fazer uma denúncia ao CRM (conselho regional de medicina), é super simples e nos próximos dias estarei enviando a minha.
http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_denuncia&Itemid=61.

Enviado por Tacio Philip às 21:54:03 de 07/04/2017



20/02/2017 22:16:07 - O que fazer com cordas de escalada aposentadas?

Se eu fosse escrever um texto com um linguajar como o visto no mercado de arte (e que vi durante minha pós em fotografia), eu poderia falar que estou "re-significando a função mecânico-estética de um aparato inorgânico em um sistema habitacional moderno". Mas, como cansei desse papo blá blá blá que fala, fala e não diz nada, esse vídeo mostra "apenas" uma dica sobre o que pode ser feito com antigas cordas de escalada (as que não servem mais para se escalar) :-)

E não deixe de seguir meu canal para mais vídeos (sobre este e muitos outros temas). Acesse youtube.com/macrofotografia.

Não esqueça de curtir o vídeo e compartilhar com seus amigos que possam achar essa dica interesante!

Enviado por Tacio Philip às 22:16:07 de 20/02/2017



15/02/2017 17:59:27 - Qual GPS comprar para uso em caminhada, trekking, montanhismo etc.

Como já faz um bom tempo que tenho esse site e, há muito tempo, posto tracks e waypoints de GPS de trilhas (além de ter também cursos de GPS presenciais e online), quase toda semana recebo mensagens perguntando: "Que modelo compacto de GPS devo comprar para uso em trilhas (trekking, montanhismo, escalada etc.)?". Então resolvi fazer essa postagem.

Em primeiro lugar, pensando em caminhadas (seja de um dia ou mais) temos que levar em consideração:
- equipamento compacto (pequeno e leve);
- boa duração de bateria (e uso de bateria substituível);
- boa recepção de sinal dos satélites (para uso em trilhas mais fechadas em mata);
- boa capacidade para mapas (hoje em dia existem mapas que já possuem trilhas neles);
- boa capacidade de armazenamento de waypoints/tracks (pontos/trilhas);
- bússola e altímetro barométrico independentes do sinal GPS;
- à prova d´água, poeira, resistente;
- fácil e prático de usar.

O meu primeiro modelo de GPS, comprado em uma viagem pra Ciudad del Este (Paraguai) em 2001, foi um antigo Garmin eTrex Vista. Na época era até um exagero comprar um GPS que aceitasse mapas (os mapas do Brasil eram MUITO precários) mas, hoje em dia, não recomendo ninguém a comprar um GPS que não aceite mapas. Usei esse GPS por um bom tempo até que ele literalmente começou a desmontar de tanto uso (mas durou uns bons anos).

Depois dele peguei um map60csx, um modelo com características "funcionais" semelhantes mas com tela maior, tela colorida, recepção melhor (a Garmin tinha lançado essa nova linha de GPS com um sensor melhor), memória expansível para mapas (o que já passava a valer a pena por causa de mapas do tracksource) e uma configuração que achei muito interessante: poder salvar os tracks a medida que os dias se passavam, em formato gpx, no cartão de memória, o que acabava com a limitação de memória do número de pontos em um track a serem armazenados no aparelho (o que significa poder fazer uma viagem de 1 ano e ter armazenado no aparelho todos os caminhos percorridos, por exemplo).

O Garmin map60csx eu uso até hoje, só que agora só no carro (com o tempo e muito uso a carcaça dele começou a abrir e, para não arriscar pegar uma chuva e ele "morrer" de vez, o aposentei das trilhas e agora ele é meu guia no painel do carro (onde não chove) :-)

E agora chegamos à recomendação final da postagem. Depois de contar esse meu histórico chegamos ao GPS que uso atualmente (há uns 3 anos), o eTrex 30, que veio em uma série nova (etrex 10, 20 e 30) para substituir os etrex antigos.

Essa linha de GPS, além de muitas funções úteis para quem faz caminhada, veio com mudança de sistema operacional, o que foi estranho para mim que estava acostumado com o sistema anterior mas, hoje em dia, vejo que é muito prático e funcional. Ele tem uma excelente recepção (inclusive pegando sinal tanto dos satélites americanos GPS quanto dos russos Glonass), é pequeno, mais leve que o map60csx (mas tem todas as funções do outro modelo - e mais), a bateria dura bastante (usa 2 baterias AA - eu uso recarregáveis mas você pode usar qualquer pilha AA, o que é bom no caso de fazer alguma viagem muito longa e sem acesso a carregadores), em média, dois dias longos de caminhada (umas 20 horas de uso), aceita mapas tanto na memória interna quanto em cartão de memória e realmente nunca me deixou na mão (mas é importante saber usar e nunca esquecer baterias extra).


Tela do computador de viagem do eTrex 30 depois de abrir a trilha para o Pico da Gomeira

Lembro inclusive, uma vez, em Nova Friburgo, quando subia o Pico Médio e acabaram minhas baterias. Sem muitas opções fiz uma adaptação com papel alumínio e consegui ligar duas pilhas AAA que peguei com um parceiro de caminhadas. As baterias não duraram muito, mas foi o suficiente para eu conseguir mapear a trilha da montanha (isso é quase um vídeo para mim, gosto muito de mapear os caminhos que faço a pé, de bike, para escalar, de carro e depois poder vê-los sobre um mapa, uma carta topográfica ou até sobre o Google Earth). Esse tipo de uso, mais avançado, é o que eu ensino nos meus cursos de GPS. Atualmente existe até uma versão em vídeo curso, assim a pessoa pode acessar (e aprender) de onde estiver, dê uma olhada no que é abordado.

Mas voltando ao tema, concluindo a postagem, hoje, 15 de fevereiro de 2017, se eu fosse comprar um novo GPS, sem dúvida, seria um eTrex 30x. Agora qual a diferença do eTrex 30 (que eu uso) para o eTrex 30x? Tela com maior resolução e mais memória. Operacionalmente é igual.


Tela do eTrex 30 mostrando perfil de altitude depois da travessia da Serra Fina em 1 dia

Então, fechando a conversa, se você quer um GPS Garmin (nem cogito em outra marca ou app para celular) ótimo para caminhada, montanhismo, escalada e até para uso na bike (por não ter um específico eu uso o meu também na bike), pode ir sem medo no eTrex 30x. Além disso, ele é um modelo com um bom custo quando comparado a outros modelos, da mesma marca, com as mesmas funções.

Alguns locais com bom preço (e confiáveis) onde você encontra o eTrex 30 (ou outros modelos):
- ePortateis.com.br
- Ricardo Eletro
- Extra.com.br
- Wallmart

E se quiser aprender a explorar realmente o potencial que um aparelho GPS te proporciona, dê uma olhada no meu Vídeo Curso GPS: Operação, tratamento de dados e planejamento de roteiros. Garanto que ensino mais coisa do que você imaginava ser possível com um simples aparelho GPS em mãos e um computador ;-)

Espero que essa dica seja útil. Não esqueça de dar uma curtida na postagem, se tiver dúvidas deixe aí embaixo nos comentários e compartilhar com seus amigos que possam estar precisando desse tipo de informação.


Vídeo Curso GPS: Operação, tratamento de dados e planejamento de roteiros

Enviado por Tacio Philip às 17:59:27 de 15/02/2017



15/02/2017 17:01:41 - Expedição trekking-hiking-montanhismo aventureiro aos isolados picos rochosos em Monte Verde

Após quase 20 anos de experiência em montanhismo e escalada, tendo já subido uma centena de montanhas e outras centenas de vias de escalada, senti-me qualificado para poder oferecer, como presente de aniversário para a Lorena, os meus serviços de guia de montanha nas longínquas e isoladas montanhas rochosas em Monte Verde, o qual é um dos primeiros complexos rochosos de altitude ao Sul da grande Serra da Mantiqueira.

Sendo assim, após o nosso café da manhã reforçado, na manhã daquele Sábado quente e ensolarado, dia 4 de fevereiro de 2017, separamos nossa alimentação para a caminhada, nossos anoraks para proteção das possíveis intempéries climáticas, headlamp para emergência e garrafas de água para hidratação, colocamos tudo na mochila, a mochila dentro do carro, nós também nos colocamos dentro do carro e seguimos estrada, desde Bragança Paulista, no estado de São Paulo, seguindo pela tão famosa e perigosa BR-381, a "Fernão Dias", até o estado de Minas Gerais, destino: Monte Verde.

Apesar de longos 80 km de estrada a viagem correu bem. No caminho atravessamos a divisa de estado SP-MG sem nenhuma ocorrência grave e, depois de atravessar próximos ao centro da cidade de Camanducaia, nosso último ponto em uma grande cidade, seguimos os outros quilômetros que nos levaram serra acima até o pequeno povoado de Monte Verde, que consiste basicamente em apenas uma rua com comércio e já localizado a mais de 1500 m de altitude no sopé daquela porção Sul da Serra da Mantiqueira.

Em Monte Verde, como não precisávamos adquirir nenhum suprimento, seguimos direto por uma de suas esburacadas estradas de terra, sempre seguindo serra acima, até o ponto onde tivemos que abandonar o carro, colocar a mochila nas costas e iniciar a caminhada, isso já próximo das 9h30 da manhã.

Iniciamos a caminhada com um clima agradável, o Sol não nos agredia com sua força de verão devido às árvores que fechavam a trilha sobre nossas cabeças assim como algumas nuvens, que ora sim, ora não, encobertavam sua força e diminuía ser calor sobre nós. Logo no início cruzamos por outras pessoas em sentido contrário que, provavelmente, desciam por não querer se arriscar a subir as montanhas com aquelas condições, mas nós analisamos todos prós e contras e decidimos prosseguir.

Algum tempo se passou, a cada minuto ganhávamos mais altitude e logo chegamos ao famoso "platô", local até onde a maioria dos expedicionários costuma ir, mas nós queríamos mais. Olhamos o relógio no GPS e, como ainda havia tempo, seguimos então pela crista da Serra em direção Norte, visando alcançar o maior número de montanhas possíveis nesta expedição, e assim o fizemos. Foi nessa hora que, logo que saímos do platô e adentramos à trilha na mata fechada, passamos por três e, logo mais adiante, mais um cavalo selvagem que provavelmente habitam aquela mata à beira dos cumes rochosos.

Durante nossa ida, aproveitando o clima ainda favorável, passamos ao lado do cume conhecido localmente por "Chapéu de Bispo", devido sua formação rochosa singular e vertical, e seguimos então até o "final" dessa trilha que atravessa a crista da serra, saindo em um outro ponto, de mais fácil acesso por veículos, onde havia mais exploradores desbravando suas trilhas.

De lá, por uma trilha mais movimentada e dotada de algumas construções, como algumas escadas precárias mas funcionais de madeira para facilitar em alguns trechos expostos de escalada, fomos seguindo até a bifurcação que leva à já próxima "Pedra Redonda", que possui esse nome devido seu formato, em uma das faces, que lembra um sólido geométrico ovóide e, mais adiante, em um acesso menos frequentado, a trilha que levaria até a "Pedra Partida", mais distante, e que ganhou este curioso nome devido, ao ser vista do povoado de Monte Verde, apresentar uma grande rachadura que a divide em mais de uma rocha.

Com o tempo passando e já sozinhos na trilha fomos seguindo, sendo depois de algum tempo acompanhados por um cachorro, talvez fosse uma mistura de espécies de lobos selvagens, até que chegamos, após quase infindáveis 2 horas de caminhada, ao pequeno cume rochoso da famosa "Pedra Partida", a 2039 m de altitude sobre o nível do mar.

Sentindo o cansaço após esse longo percurso e, sabendo que havia uma longa volta a nos esperar, fizemos uma boa pausa para lanche, descansamos uns minutos, para o lado Norte da Serra víamos a "Pedra da Onça", local que ficou em nossa lista para uma futura expedição exploratória, para o Leste o vale, a 1500 m abaixo de nós, onde estão as cidades de Taubaté e São José dos Campos e, ao Sul, a crista por onde havíamos vindo, passando pelo Platô, Chapéu de Bispo, Redonda, com, bem ao fundo, a Pedra Selada, ponto mais alto deste trecho de serra.

Vendo uma tempestade se aproximar pelo Sudoeste acabamos de nos alimentar, fiz umas últimas fotos e então seguimos nosso caminho, pela mesma trilha que havíamos percorrido para até lá chegar. Chegando, mais uma vez, à bifurcação da Pedra Redonda, decidimos também escalar até seu cume, a 1943 m de altitude, onde encontramos outros exploradores mas onde não ficamos por muito tempo já que, ao fundo, para o Sul, de onde havíamos vindo e para onde devíamos voltar, as nuvens de tempestade se mostravam cada vez mais perigosas e próximas, nesse momento víamos que provavelmente seria difícil escapar da tempestade.

Sem perder tempo fomos seguindo nosso caminho de volta, passamos novamente pelo ponto onde víamos diversos veículos 4x4, de empresas locais, que provavelmente haviam levado exploradores até aquele ponto (quem sabe alguns dos que encontramos no cume da Pedra Redonda - espero que tenham percebido a tempestade se aproximando) e seguimos novamente mata adentro, pela trilha, que nos levou até a base da Pedra Chapéu de Bispo.

Lá, próximos à base, encontramos um casal que chegou a nos perguntar para onde seguia aquela trilha mas, como provavelmente não estavam preparados, não seguiram adiante e logo voltaram pela trilha mais curta até o ponto onde é possível um resgate por alguma empresa do povoado.

Neste momento a Lorena e eu começávamos a sentir algumas gotas de chuva caindo sobre nós mas, como ainda estava fraca, demos então a volta na Pedra e logo começamos o seu trecho de escalada final, subindo por algumas íngremes faces de granito rochoso, em alguns trechos facilitado por alguns vergalhões de aço chumbados na rocha, até que atingimos o seu cume, com a chuva começando a aumentar de intensidade, o que aumentaria, em muito, o perigo que corríamos para desescalar aquele exposto trecho rochoso final.

No cume não ficamos nem 30 segundos. Chegamos, marquei o ponto no GPS, observando os 1953 m de altitude que o aparelho indicava e começamos a descer, com muita cautela pelo fato da rocha ficar mais molhada e, com isso, mais escorregadia, a cada gota de chuva que descia das nuvens até ela.

Felizmente não houve nenhum imprevisto durante aquela estressante descida e logo estávamos novamente, em "terra firme", podendo seguir por trilha, sentido Sul, para o ponto de onde havíamos vindo. Foi neste momento que fizemos ainda mais uma pausa, mas sem perder muito tempo, para vestir nossos anoraks e tentarmos nos proteger da chuva que aumentava a cada segundo, começando a nos deixar molhados com toda aquela água vinda do céu que, além de nos molhar diretamente, nos molhava também quando encostávamos na molhada vegetação da mata que nos cercava.

Fomos seguindo a trilha, logo chegamos ao Platô, a cerca de 1930 m de altitude e, ao fundo, víamos a Pedra Selada, ponto mais alto daquele trecho de serra e que era uma das nossas metas do dia. Digo era porque, com a chuva sobre nós ameaçando se tornar uma tempestade, o prudente foi abandonar o projeto inicial e partir em retirada para um local mais seguro, sem nos arriscarmos indo até mais um outro cume, que felizmente pode nos esperar para uma próxima investida.

Sentindo aquele nó na gargante a aperto no coração por ter que abandonar uma tão planejada expedição sem completa-la, mas com a consciência que era o mais sensato a fazer visto as condições climáticas instáveis da região que só se mostravam piorar, iniciamos então o caminho de descida que, após algum tempo, nos levou de volta, já às 14 h, ao ponto onde havíamos abandonado o carro. Molhados, mas agora sim, seguros.

De volta ao carro, mesmo com a estrada de terra agora molhada, não tivemos problemas para descer até o povoado de Monte Verde, demos uma volta exploratória de carro para um trecho que eu ainda não conhecia, voltamos ao centro, estacionamos e fomos então, meio que em vão, procurar alguma opção acessível para nos alimentar. A essa hora, tendo apenas nos alimentado com nossas provisões de caminhada (e tendo elas acabado), devido ao desgaste físico da expedição o nosso corpo já pedia descanso e comida.

No povoado passamos por algumas lojinhas e paramos para nos aquecer, em um pequenos bar, com 2 capuccinos quentes (mas não tinham nada de alimento, a vendedora disse que teria que fechar cedo neste dia e por isso tudo tinha acabado). De lá, tendo enganado um pouco a fome voltamos a caminhar, pensamos em parar em uma pastelaria mas, ao ver o cardápio e constatar que um simples pastel de carne custava R$16,00, desistimos e seguimos nosso caminho (provavelmente esse local nem atendesse em língua portuguesa, aparenta mais um desses restaurantes de acesso fechado e super restrito voltado apenas aos "gringos" que vão até o povoado devido à fama de suas montanhas ao redor).

Voltamos a andar pela praticamente única rua de comércio do vilarejo, fomos muito bem atendidos em algumas outras vendas regionais, experimentamos alguns queijos, doces, a Lorena não perdeu a oportunidade de provar algumas pingas locais e eu de comprar em uma daquelas vendas, para ajudar a fomentar o comércio daquele povoado, uma de suas cervejas artesanais feitas na cidade, a qual ainda nem tive a oportunidade de provar. Mas de uma maneira dei minha colaboração, levando comigo algo daquele povoado e que os ajudará a enfrentar as adversidades de viver naquele tão inóspito local.

Nesse mesmo momento a tempestade que havíamos visto longe de nós realmente chegou, fazendo com que tivéssemos que ficar mais algum tempo provando especiarias locais em uma das vendinhas mas, vendo que a chuva não daria trégua tão cedo, nos pusemos novamente a andar e seguimos, tentando às vezes nos proteger sob algum toldo, até chegar de volta ao carro, cansados, molhados e felizes por termos comemorado o pré aniversário da Lorena com uma trilha em montanha.

De lá foi seguir novamente de carro serra abaixo até a cidade de Camanducaia, de volta à civilização e, de lá, pela BR-381, de volta até Bragança Paulista, onde chegamos ao final da tarde, para o merecido banho, alimentação e descanso depois dessa longa expedição aos picos isolados do povoado de Monte Verde.

E algumas das fotos (só fiz enquanto a tempestade não nos atingia) estão disponíveis em Montanhas de Monte Verde.

Obs: este texto é uma "novela" de uma viagem super tranquila para subir umas montanhas ao lado do bairro turístico de Monte Verde (sim, Monte Verde é um bairro de Camanducaia) inspirada em relatos de "expedições" e "trilhas difíceis" encontradas pela internet a fora. Se você conhece essas trilhas de Monte Verde você perceberá a ironia, se não, conheça, são caminhadinhas de poucas horas gostosas, tranquilas e bem bonitas ;-)

Enviado por Tacio Philip às 17:01:41 de 15/02/2017



25/11/2016 16:23:21 - Show Guns N Roses em Curitiba, viagem pelo PR e outros

Faz um "tempinho" que não atualizo o blog com notícias mas isso tem uma justificativa: tenho me dedicado basicamente à casa em Bragança Paulista, a pedalar (isso bastante, praticamente 2x por semana tendo até pedalado de Capivari até São Paulo uma vez - 144 km), namoro, a rotina "normal" de cursos presenciais e virtuais e, mais que tudo: não tenho tido saco para dar satisfação do que ando fazendo ;-)

Entretanto, na semana passada, fugindo um pouco da "rotina", na 3ª feira de feriado, dia 15, seguindo no contra fluxo das "pessoas normais" pegamos estrada rumo Sul, descendo para o litoral, dando uma passada em Itanhaém para ver se a antiga casa dos meus pais ainda existia, almoçamos em Peruíbe e seguimos então para Curitiba, onde pretendíamos chegar no dia seguinte mas, como não achamos nada com preço justo para nos hospedarmos no caminho, acabamos parando então em um hotelzinho em frente à rodoviária para o merecido jantar no Shopping Estação e depois a merecida noite de sono.

No dia seguinte acordamos, demos uma andada pelo Mercado Municipal, Rofo-ferroviária (ou é Ferro-rodoviária?) e quando deixamos o hotel pensando em deixar o carro no centro e passar o dia por lá, a chuva chegou. Sem querer tomar banho aquela hora voltamos então para o Shopping Estação (pelo menos é coberto) onde almoçamos, passamos no museu ferroviário e, felizmente, logo a chuva passou deixando que escapássemos de lá.

Voltando aos planos anteriores fomos então para a região central, estacionamos o carro e fomos então andar, passeando por museus, galerias, lojas até o final da tarde, quando pegamos o carro e seguimos ainda para o Parque Barigui onde aproveitamos para andar mais um pouco e eu fazer umas fotos para vender em banco de imagens.

Com o final da tarde chegando seguimos então para a casa da Regina, prima da Lorena, que nos hospedaria em seu apartamento nos 2 dias seguintes. Lá chegando muita conversa, uma saída pra pizza e depois mais conversa, banho e uma boa noite de sono.

No dia seguinte, dia 17, acordamos, tomamos café, almoçamos e logo a Lorena e eu nos arrumamos para o objetivo principal dessa viagem: assistir ao show do Guns N Roses, turnê Not in this lifetime latin america, em Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski, local que há muuuito tempo eu queria assistir um show.

Devidamente arrumados e com lanche e roupas para frio na mochila, perto das 14h saímos e seguimos então para a Pedreira, estacionando o carro em uma rua há uns 5 quarteirões de distância (não tem estacionamento oficial e o pessoal estava cobrando R$ 50,00 para estacionar pelas casas mais próximas). De lá entramos na fila e rapidamente estávamos na pista comprando uma cerveja (com copo personalizado) e indo sentar na parte de trás da pista, na sombra, enquanto esperávamos o tempo passar (e de olho no céu que prometia chuva).

O tempo foi passando, a chuva não veio e, perto das 19h, com o Sol se pondo, nos levantamos e resolvemos ir mais para a frente na pista, onde poderíamos ver melhor o show, que estava programado para daqui a 1 hora.

O tempo foi passando, o público na pedreira parecia estar dormindo (pessoal que não agita nada!), começou o show da Plebe Rude e, com o chegar da noite, quase às 20h, a hora prevista para o início do show do GNR, a ansiedade aumentava. Foi perto dessa hora que, conversando com um pessoal que estava na nossa frente, quando um comentou sobre a "oportunidade única" de ver Axl, Slash e Duff juntos no palco, eu disse que eu já tinha visto isso, e ainda com o Matt e Izzy, em 1992 no Anhembi. Nessa hora até me senti importante vendo a cara de surpresa do pessoal (somada a cara de chapado de alguns deles) :-)

Mais uns minutos passaram e, finalmente, começou um PUTA DE UM SHOW! Diferente dos shows do GNR que vi também em 2001, 2010 e 2014, o Axl estava super animado e afinado. A banda então, nem precisa comentários, e foram quase 3 horas de show com músicas que eu nunca imaginava assistir ao vivo (ponto alto para Coma). O setlist foi:

- Its So Easy
- Mr. Brownstone
- Chinese Democracy
- Welcome to the Jungle
- Double Talkin Jive
- Better
- Estranged
- Live and Let Die
- Rocket Queen
- You Could Be Mine
- New Rose (with "You Cant Put Your Arms…")
- This I Love
- Used to Love Her
- Civil War
- Coma
- Speak Softly Love (Love Theme From The Godfather)
- Sweet Child O Mine
- Out Ta Get Me
- Wish You Were Here (Pink Floyd cover) (Slash & Richard Fortus guitar duet)
- November Rain ("Layla" piano exit intro)
- Yesterdays (preluded by Happy Birthday to Richard Fortus)
- Knockin on Heavens Door
- Nightrain
Encore:
- Patience (with "Angie" by The Rolling Stones intro)
- The Seeker
- Paradise City
(fonte: setlist.com.)

Com o final do show, sem termos nos molhado com a prevista November Rain, seguimos então de volta pro carro, conseguimos fugir do trânsito e logo estávamos novamente na casa da Regina para o merecido jantar, banho e cama.

No dia seguinte acordamos mais tarde, comemos e ficamos então batendo papo até logo em seguida almoçar, repondo as energias queimadas no dia anterior. Com muitos km ainda a rodar nos despedimos da Regina e então seguimos nosso caminho, saindo logo para procurar um capuccino para dar uma acordada. Foi nessa hora que o 2º ponto alto da viagem aconteceu: ao ver uma loja com uma pintura de xícara na parede paramos esperando que fosse uma padaria, mas não era, era apenas uma loja de chás e afins. Entretanto, bem ao lado da loja, tinha uma agencia de autos e, bem no meio dela, uma Ferrari amarela estacionada.

Entramos na agencia, dei uma volta ao redor da Ferrari, fui até o fundo olhar ainda um Porsche e depois, quando dava mais uma volta ao redor daquela maravilha amarela, veio conversar conosco quem deve ser o dono da agência. Batendo papo ele disse que estava a venda por R$ 499.000,00, era ano 2005 e então perguntei se podia ver ela por dentro. Vendo que ela ainda estava trancada ele buscou a chave, abriu o carro e então eu pude, pela primeira vez, entrar e sentar dentro de um "carrinho" daquele (não quero morrer antes de pilotar algum superesportivo como esses - ah! no dia anterior, voltando do show do GNR, tínhamos parado para olhar uma Lamborghini pelo lado de fora de outra agência). Se você tiver algum carro desses ou souber de alguma pessoa caridosa que possa me deixar dar uma volta e puder me ajudar, agradeço ;-)

De volta ao mundo real, na minha Weekend, seguimos então nosso caminho e logos achamos um lugar onde provavelmente teria um capuccino (lanches au-au). Foi um capuccino caro mas gostoso e então, mais acordado, pegamos estrada rumo interior do PR, fazendo apenas pausa em duas lojas de porcelanas, uma genérica e depois na loja da fábrica da porcelanas schimidt, onde compramos um kit de jantar/chá (sim, estou ficando velho comprando porcelanas pra casa) :-P

De volta a estrada seguimos então para Ponta Grossa, onde moram os avós paternos da Lorena, onde chegamos no final da tarde. Lá, como esperado, um banquete de pães, bolos, pudins - tudo isso poucos minutos antes do jantar. Com o chegar da noite e o cansaço batendo, fomos então dormir para, no dia seguinte, termos mais um dia de muitas comidas gostosas feitas pela vó da Lorena.

Durante esse dia, já dia 19, saímos só para dar uma volta pela Havan e pela cidade mas, como eu estava com ameaça de resfriado, resolvemos voltar pra casa pra me poupar para o logo dia de estrada que teríamos no dia seguinte.

No dia 20, Domingo, acordamos, tomamos café e logo começamos a arrumar nossas coisas. Perto das 11h nos despedimos e, novamente, estrada, agora sentido interior de SP, pegando uma estrada que eu ainda não conhecia.

No retorno fizemos pausa para almoço, pausa para fotos e um pequeno desvio em estradas dentro de uma plantação de eucalipto, pausa pra cafezinho, pausa pra mais fotos e então, umas 7h depois, chegamos, finalmente, em Capivari para o merecido descanso.

De lá, no dia seguinte estrada para São Paulo e o resto da semana "normal", sem nenhum evento excepcional, só aproveitando para colocar tudo em dia e fazer um "bate-volta" em Bragança Paulista na 4ª feira. E, agora que está chegando o final de semana, amanhã é mais dia de show, com a vez de assistir Heidevolk e Terra Celta (entre outros) em São Paulo.

Algumas MUITAS fotos do show do Guns N Roses podem ser vistas em Show Guns N Roses - Curitiba - PR.

Enviado por Tacio Philip às 16:23:21 de 25/11/2016



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