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27/07/2014 14:13:12 - Escalada em Pinda, São Bento e show Tim Ripper e Blaze Bayley

Na semana passada, dia 23, logo que terminou o rodízio passei na casa do Osvaldo e pegamos estrada rumo Pindamonhangaba. Chegando na cidade uma pausa para almoço e em seguida estávamos estacionando o carro na Falésia Paraíso, para desenferrujar um pouco os dedos.

Na Falésia optamos por ficar no setor "batcaverna", setor que nunca tínhamos escalado, onde subimos 11 de suas vias, entre 4º e VIsup. As vias desse setor, como na Falésia Paraíso em geral, são bem legais e com técnicas variadas, tendo aderências, regletes, oposições, chaminés etc etc etc.

Saindo da falésia passamos pelo centro para um merecido açaí e depois seguimos para São Bento, passamos no supermercado e logo fomos procurar um local para ficar. Nossa primeira opção foi o abrigo do Eliseu, mas como tinha muita gente, um pessoal do Sul que acabamos conhecendo depois, preferimos buscar outra opção. A segunda opção foi a pousada da Tia Cida, lotada, mas com o Antônio (dono) alugamos uma casa no bairro do Serrano, perfeito para o que buscávamos - tranquilidade! Já hospedados só saímos de noite para jantar.

No dia seguinte acordamos, tomamos café, arrumamos as coisas e seguimos para a Ana Chata. Durante a subida da trilha encontramos o casal Paulo e Helena Coelho e logo entramos na via "Tom Sawyer", uma via tranquila em móvel que eu tinha feito outras duas vezes há muito tempo. Dela emendamos na "Lixeiros" e logo estávamos no topo, onde encontramos um pessoal do Sul, para o merecido lanche.

Com os dedos ainda pedindo mais rocha, logo descemos pela trilha até novamente a base da parede, entrando agora na via "Elektra", a via que mais fiz (acho que umas 5 ou 6x) e mais gosto na Ana Chata. A escalada foi muito boa, o Osvaldo guiou a enfiada em móvel, e logo estávamos novamente no cume. De lá, depois de mais um lanche foi só descer até o carro, onde chegamos com umas gotas começando a cair.

Demos uma passada no abrigo do Eliseu, entreguei uma costura dos "catarina" que tinham deixado cair na trilha e de noite fomos jantar com o clima bem chuvoso.

No dia seguinte acordamos e a previsão para esse dia era mesmo chuva. Entretanto, olhamos a internet e a previsão para os próximos dias não era animadora. Assim, em vez de ficar até 2ª feira (a ideia inicial) decidimos ir embora. Ficar em São Bento olhando chuva não dá!

De volta à casa arrumamos as coisas, passamos na pousada para fechar nossa conta e logo seguimos estrada, chegando em São Paulo no final da tarde.

Algumas fotos das escaladas podem ser vistas no link Escalada Falésia Paraíso e Ana Chata.

De volta à São Paulo, em um dia chuvoso, me animei no final da tarde e decidi ir no show do Blaze Bayley no Clash Club, esperando ter ingresso disponível a venda no local (e tinha, não lotou o local, interessante ver como shows folk lotam muito mais que esses clássicos). Além disso teria também show do Tim Ripper, ex vocal do Judas Priest.

O show foi muito bom e, mesmo não conhecendo quase nada do Tim Ripper Owens, foi bem animado. O show do Blaze, que já devo ter assistido quase uma dezena de vezes, nem se fala, muito bom e, como sempre, rendeu boas fotos e balançadas de cabeça estando bem perto do palco. Inclusive foi uma das poucas vezes que vi o Blaze colocando "Fear of the Dark" no setlist e ainda completou a novidade com ele e o Tim Ripper juntos na "Wratchild".

Algumas fotos no link Show Tim Ripper Owens e Blaze Bayley.

Enviado por Tacio Philip às 14:13:12 de 27/07/2014



21/07/2014 11:50:48 - Passeio por Curitiba, circuito no Marumbi e passada por Itanhaém

Entre os dias 11 e 14/07 estive em Curitiba. Lá uns passeios pela cidade, circuito do Marumbi (subindo por uma trilha e descendo por outra embaixo de chuva) e, tanto na ida quanto na volta, uma breve passagem por Itanhaém. Na ida aproveitei para ver como está a casa que era dos meus pais (vendida há alguns anos) e na volta para realmente passear em alguns de seus pontos turísticos, ou melhor, um deles, o morro da caixa d´água.

A cidade de Itanhaém cresceu, está bem diferente e a casa está totalmente detonada, bem diferente do que era quando era nossa, mostrando mais uma vez que as coisas só pioram com o tempo.

Enviado por Tacio Philip às 11:50:48 de 21/07/2014



09/07/2014 19:03:28 - Escalada no Visual, pedal em Paranapiacaba e escalada em Pinda

No início do mês, depois de encontrar com o Osvaldo na 90 graus, marcamos uma ida para a rocha e, no dia 03 de manhã, logo de manhã passei em sua casa e pegamos estrada rumo Bragança Paulista, para um dia de escaladas no Visual das Águas.

Pouco antes do almoço já estávamos com o carro estacionado e subíamos a curta trilha até a base das vias, decidindo ficar só na "parede da sombra", onde tem várias vias entre 5º e 6ºsup, um bom recomeço para quem está há alguns meses sem escalar direito.

Começamos logo pela última via da direita, a via "star", e depois fomos seguindo para a esquerda, finalizando no meio da tarde com 7 vias escaladas, um bom número para o dia. Com tempo fomos ainda até Bragança e, depois de uma volta na cidade, reencontramos o merecido açaí. De lá só estrada e antes do trânsito piorar estávamos em São Paulo para o merecido descanso.

No final de semana, dia 05, foi a vez de queimar um pouco as pernas no pedal. Sem levantar muito cedo a Aline e eu logo arrumamos nossas coisas e seguimos de carro com as bikes para Paranapiacaba.

Chegando na cidade estacionamos, fizemos os ajustes finais nas bikes (principalmente nos malditos freios hidráulicos) e começamos a pedalar. Seguimos quase que o caminho que eu havia feito há algum tempo, que dá uma volta pela cidade. A única diferença foi no trecho final onde, em vez de retornar para o centro da cidade pela estrada de terra que acessa a sua parte baixa, voltamos pelo asfalto, completando 30 km de pedal com 440 m de desnível acumulado.

De volta à Paranapiacaba, um merecido suco de laranja, bikes no carro e o esperado almoço com suco de cambuci.

Com a chegada do início da semana e, aproveitando as férias da Aline, na segunda-feira, dia 07, pegamos estrada cedo rumo à Pindamonhangaba, para um dia de escaladas na Falésia Paraíso.

Na Dutra, depois de fazer besteira e passar a saída para Pinda, acabamos seguindo mais um pouco e entramos rumo a cidade um pouco depois, infelizmente depois de pagar desnecessariamente um pedágio (e dos caros). Única vantagem desse caminho "alternativo" foi acharmos um bom e barato local para almoçar, pagando R$11,00 por pessoa no bufet livre!

De lá mais uns minutos de estrada e logo estávamos estacionando na Falésia Paraíso. Nesse dia escalamos 8 vias, começando no setor "Eclipse", com direito a entrar em um 7a, e fechando no setor "Platozinho", fazendo todas as vias de acesso (4º e 5º graus) para ter um pouco de volume na rocha.

Com o final da tarde chegando, já por volta das 17h30, guardamos as coisas, descemos e fomos então para a cidade para o merecido (e quase obrigatório) açaí depois da escalada. Saindo de lá mais estrada e logo estávamos em São Bento do Sapucaí, nos hospedando, tomando um banho e saindo para o jantar.

No dia seguinte a ideia era escalar alguma(s) via(s) da Ana Chata, mas o clima não colaborou com uma manhã totalmente cinza. Assim, sem pressa tomamos nosso café, demos uma andada pela cidade, enrolamos na pousada e saímos na hora do almoço, passando no Taipa para comer antes de pegar estrada, embaixo de chuva em muitos momentos, para Campos do Jordão.

Em Campos uma passeada a pé pela cidade, algumas risadas com o estilo de algumas pessoas (mas pouco, estava razoavelmente vazio), um chocolate quente e depois estrada de volta para São Paulo, enquanto o Brasil perdia de apenas 7 x 1 para a Alemanha (foi interessante que paramos em um posto para colocar combustível e comer uma coxinha e estava 5 x 0, no tempo que estávamos lá, uns 5 minutos, saiu o 6º - na hora pensei que sim, o Brasil ia levar esse título de hexa na copa, mas depois teve mais e chegamos no hepta).

De volta a São Paulo hoje o dia foi de descanso, me recuperando da gripe/dor de garganta que insiste em querer me derrubar. Nos próximos dias mais estrada para passeios, escaladas, namoro ou o que for com a Aline! :-)

Enviado por Tacio Philip às 19:03:28 de 09/07/2014



09/07/2014 15:16:04 - Nilton Alves Nepomuceno e Vanessa de Carvalho Nepomuceno - cuidado, não faça negócios com eles

LEIA COM ATENÇÃO CASO ESTEJA PROCURANDO INFORMAÇÕES SOBRE NILTON ALVES NEPOMUCENO E/OU VANESSA DE CARVALHO NEPOMUCENO

Essa semana, depois de uma briga judicial de alguns meses, o casal Nilton Alves Nepomuceno, Policial Militar afastado, RG 12.559.984, CPF 085.719.348-19, nascido em 23/03/1964, filho de Luiz Alves Nepomuceno e Nesia Lopes Nepomuceno, e Vanessa de Carvalho Nepomuceno, RG 34.575.712-9, CPF 280.173.818-24, nascida em 20/04/1979, filha de Vanildo Ferreira de Carvalho e Eloisa Cristina Batista Silva, após ordem judicial de despejo, finalmente desocuparam um imóvel de minha propriedade, que haviam alugado, mas simplesmente se negavam a pagar tanto o aluguel quanto o condomínio há alguns meses.

Caso você esteja fazendo alguma pesquisa por nomes ou número de documentos para fechar qualquer negócio com essas duas pessoas, espero que essa postagem no meu site pessoal ajude, servindo como aviso para evitar a todo custo qualquer relação com essas pessoas, que negam a cumprir qualquer contrato e pagar suas despesas, mesmo exibindo holerites que seriam suficientes para tal.

Se você efetuar uma pesquisa pelos seus nomes no site http://www.jusbrasil.com.br/busca?q=%22NILTON+ALVES+NEPOMUCENO%22+%22S%C3%A3o+Paulo%22 e http://www.jusbrasil.com.br/busca?q=%22VANESSA+DE+CARVALHO+NEPOMUCENO%22+%22S%C3%A3o+Paulo%22 encontrará diversos processos contra esse casal (inclusive o meu).

Além disso, mesmo com a desocupação do meu imóvel, a briga judicial continua já que me devem certa quantia referente aos meses de aluguel, condomínio e outras despesas relacionadas.

Caso essa postagem te ajude, ou caso você já tenha tido algum problema com esse casal, poste seus comentários. Caso tenha mais informações sobre eles, como local de trabalho, endereço atual, outros documentos etc. poste também e ajude na divulgação para que esta postagem seja facilmente encontrada por quem buscar por essas pessoas.

Informações:
Nilton Alves Nepomuceno
Perfil no Facebook: www.facebook.com/nilton.alvesnepomuceno.
RG 12559984
CPF 085719348-19
nascido em 23/Março/1964
filho de Luiz Alves Nepomuceno e Nesia Lopes Nepomuceno
fone 11 987541054
Vanessa de Carvalho Nepomuceno
RG 34575712-9
CPF 280173818-24
nascida em 20/Abril/1979
filha de Vanildo Ferreira de Carvalho e Eloisa Cristina Batista Silva
fone 11 954073414

Enviado por Tacio Philip às 15:16:04 de 09/07/2014



25/06/2014 18:29:00 - Travessia petro-tere que podia ser chamada de aqua-tere

Depois da ideia da Aline de fazer a Petro-Tere e a sugestão do Requeijo de irmos para lá no feriado de Corpus Christi, com uma boa antecedência compramos nossas entradas, diárias de camping, taxas de trilha e outras 243 taxas separadas que o PNSO cobra de quem quer fazer a travessia.

Algum tempo se passou, o Dom se juntou a nós, conseguindo também sua reserva e depois o Lucas, que no final acabou não indo. Assim, na 4ª feira, dia 18, logo cedo o Dom chegou aqui em casa, colocamos as coisas no carro e seguimos estrada rumo a Teresópolis.

A viagem foi parcialmente tranquila, tirando um pouco de trânsito na saída do Rio de Janeiro e chuva forte com neblina na serra chegando em Terezópolis, onde chegamos no começo da noite. Na cidade uma pausa para lanche e logo fomos para o camping quinta da barra, onde costumo ficar. Dessa vez não tinha feito reserva de trailer e pensava em ficar acampado mesmo, já que seria só uma rápida noite, mas chovia MUITO! Assim, o Dom e eu começamos a negociar a possibilidade de ficar em algum trailer ou chalé, de modo a não sofrer o incômodo de acampar na chuva logo no primeiro dia, e conseguimos!

Assim, a Aline, o Dom e eu ficamos em um simpático chalé podendo desfrutar de uma seca e confortável cama (isso depois do bom banho que tem lá, um dos melhores que existe).

No dia seguinte, dia 19, acordamos bem cedo e por volta das 7h já estávamos na padaria tomando nosso café da manhã. De lá, poucos minutos depois, estávamos na entrada do PNSO onde logo chegou a van que nos levaria até a outra ponta da travessia, em Petrópolis, e às 8h chega o André Requeijo.

Deixamos os carros estacionados na "pousada" dentro do parque e logo nós quatro estávamos na van seguindo para Petrópolis. Tirando as milhões de curvas e cheiro de diesel de uma caminhonete na nossa frente a viagem foi tranquila e por volta das 10h chegamos. No parque as formalidades de entrega de termos, uso do banheiro, um lanche, um chá, acabar de arrumar as coisas e, às 10h50 começamos a caminhada.

A subida para o Açu tem cerca de 8 km com mais de 1200 m de desnível. Até o Mirante do Queijo fomos praticamente juntos mas, de lá em diante, acabamos separando o grupo e cada um seguiu no seu ritmo, comigo e o Dom indo na frente.

Fomos subindo, subindo, subindo e cada vez mais o tempo mostrava não colaborar (o que já sabíamos pela previsão do tempo). Quando pudemos aceleramos ainda mais e, com o começo de uma chuva que resolveu não parar mais, chegamos ao ponto de acampamento logo acima do Abrigo do Açu às 15h20, armando logo nossas barracas embaixo de chuva. Enquanto o Dom acabava de montar a sua ainda desci quase 1 km da trilha para ver se a Aline estava bem e aproveitamos também para uma passagem relâmpago no cume da montanha, já que garoava forte e o visual era zero. De volta ao acampamento uma merecida troca de roupa por alguma seca, comida e logo chega também o Requeijo.

Choveu praticamente a noite inteira e a única coisa boa disso foi conseguir coletar água que escorria da barraca, sem ter que sair para ir buscar. No dia seguinte amanheceu com céu aberto e um pouco de Sol, mas isso também não duraria muito.

Eu pensava em começar a caminhar por volta das 7h30 mas graças à atrasos e enrolações só saímos às 9h15, vestindo e calçando tudo molhado, mas o clima estava agradável e não chegou a incomodar.

Fomos seguindo, logo o Dom leva uma queda e entorta um bastão, seguimos mais e então começamos o sobe e desce das montanhas, passando pelo Morro do Marco e depois pela crista do Morro da Luva. Nesse ponto, enquanto o Dom e Requeijo faziam um lanche, a Aline e eu fizemos um bate-volta rápido até o cume do Morro, mais uma vez em ritmo relâmpago, sem visual algum mas só para "carimbar o passaporte" com o cume.

De volta nos unimos e continuamos a caminhada, agora começando a nos separar um pouco. Chegamos no "Elevador" e, graças ao trânsito de dois grupos de pessoas com guia, fizemos o possível para ultrapassá-los de modo a chegar no "Cavalinho" antes deles, o que conseguimos tranquilamente. Só que chegamos bem atrás de um outro grupo com 11 pessoas!

No "Cavalinho" falei com o Guia, que descia uma cadeirinha para segurança de cada um de seus clientes e, entre um e outro conseguimos nós 3 (Dom, Aline e eu) passar e seguir nosso caminho. Chegando no final da trilha o Dom desceu direto para o Abrigo, onde conseguiu uma vaga fugindo do perrengue que passou na barraca na noite anterior, enquanto a Aline e eu faziamos um bate-volta no cume do Sino, também com visual zero. De lá descemos para o acampamento, onde chegamos às 16h25, e logo estávamos na barraca comendo e indo dormir.

No último dia da travessia acordamos, o Dom, Requeijo e Aline ainda subiram até o Sino e, depois de muito esperar as coisas secarem começamos nossa descida, às 9h13. No começo descemos juntos mas pouco depois da cota 2000, onde sai para a travessia da neblina (que era nossa ideia inicial mas abortada por causa de tempo ruim) resolvi os ultrapassar e deixar minhas pernas mais soltas e acelerar o ritmo.

Pouco tempo depois ultrapassei um grupo que havia nos ultrapassado no começo da descida, depois mais um, cruzei com diversas pessoas subindo e quando já estava bem distante do meu grupo ouvi barulho de um pessoal descendo correndo. Um deles era o Pablo, com quem eu tinha conversado meses antes pelo Facebook e depois vimos que nos conhecíamos do Instituto de Física da USP, junto com um casal. Empolgado com a ideia de descer rápido entrei no ritmo deles e continuei a descida correndo, o que devo ter feito por cerca de 1 km, deixando com que seguissem enquanto parava na Cachoeira Véu de Noiva para tirar minha blusa e comer umas bolachas já que a fome começava a apertar.

A pausa não durou nem 3 minutos e logo estava novamente no meu ritmo rápido, mas caminhando, para baixo. Algum tempo se passou e, olhando o GPS, vi que faltava apenas 1,8 km para terminar a trilha. Querendo que acabasse logo e fazer um bom tempo, resolvi correr mais um pouco. Fui descendo, descendo e, quando pensava ter corrido menos de 1 km, olhei no GPS e vi que faltava apenas menos de 700 m. Mesmo cansado agora não era hora de parar e, lembrando o que o Mateus comentou em uma outra viagem no final de uma caminhada: "não é pra sobrar", continuei a corrida até o final, chegando na barragem às 11h33, 2h20 depois do início da descida (se tivesse saído puxando desde o começo teria feito menos de 2h!).

Na barragem uma longa espera pelo Dom e Aline (que desceram em 3h10) e o Requeijo, que levou umas 4h (tempo "normal" da descida). Nesse tempo aproveitei para lavar as botas, trocar uma parte da roupa e ficar conversando com o Magrão, que eu tinha conhecido no Rio há alguns anos e estava lá esperando um grupo chegar.

Com a chegada de todos descemos para o carro e como o clima tinha afundado também a ideia de subir, no dia seguinte, o Cabeça de Peixe, logo nos despedimos do Requeijo e pegamos estrada rumo São Paulo.

A volta foi bem mais tranquila que a ida, sem trânsito algum, e no começo da noite estávamos em São Paulo.

Mesmo com chuva é o que sempre digo: melhor um dia de chuva na montanha do que em casa. A travessia foi divertida, principalmente o último dia com a descida correndo. A ideia agora é voltar para conhecer o que queria ter conhecido essa vez e também para fazê-la em apenas um dia, o que calculamos sem bem possível sem muito sofrimento. Quem sabe ainda nessa temporada!

E algumas das poucas fotos estão no link travessia Petro-Tere PNSO.

Enviado por Tacio Philip às 18:29:00 de 25/06/2014



16/06/2014 22:32:02 - Subidas rápidas da Pedra Grande, Pico do Jaraguá e curso de escalada

Voltando a me animar a treinar para subir montanhas, no dia 07 de Junho, perto da hora do almoço, o Dom e eu pegamos estrada rumo Atibaia.

Tirando a demora para sair da cidade (fomos literalmente infernizados no trânsito por causa da porcaria da marcha pra gzuiz), logo estávamos na Fernão Dias e em seguida em Atibaia, estacionando o carro em frente ao ponto onde o pessoal aterriza de paraglider e asa delta.

Diferente da maior parte das vezes que subo a Pedra Grande, estacionando o carro mais acima, dessa vez resolvi parar neste lugar para colocar um pouco mais de distância e desnível à subida. Além disso, a nossa ideia era subir leve e rápido, cronometrando o tempo de subida/descida.

Assim, às 14h começamos a subida, completando o trecho até o começo da trilha em 20 minutos, adicionando 100m de desnível e 1,8km de distância. De lá, quase sem parar, entramos pela trilha e continuamos, em um bom ritmo a subida, parando o mínimo possível e tentando manter o ritmo.

Continuamos subindo, sempre de olho no relógio, e logo chegamos na crista da serra, onde as pernas tem um breve descanso antes da subida final até o platô onde chegam os carros (o Dom achava que a marcação de tempo acabaria ali) e em seguida a trilha final para a orelinha, no topo da Pedra Grande, onde chegamos 1h31m de iniciarmos a caminhada.

Considerando o extra que adicionamos no começo da subida, por 1 minuto não batemos o melhor tempo que eu já fiz, também esse ano, com o Guilherme Omella (1h10 do começo da trilha ao cume).

No cume uma boa pausa para lanche, algumas fotos, vídeos e logo começamos a descida, levando 1h15 até o carro. Como premiação uma esfiha em Atibaia e depois estrada de volta pra São Paulo.

Na semana seguinte, aproveitando um tempo de folga do Dom, fomos subir a Trilha do Pai Zé, no Pico do Jaraguá. Eu havia feito essa subida uma só vez e em 2002, ou seja, nem lembrava como era! Assim, no dia 11 o Dom me ligou na hora do almoço quando estava aqui por perto e, mesmo com garôa aqui na região que moro, decidimos arriscar e ir fazer a subida.

Para nossa surpresa, ao chegar no Parque do Jaraguá, do outro lado da cidade. o clima estava perfeito, sem nuvens e com temperatura agradável. Logo nos arrumamos e então começamos a inclinada subida inicial da trilha, ainda com paralelepípedos.

Fomos seguindo a subida, cruzando com dois grupos de gringos descendo (provavelmente estão por aqui por causa da copa) e logo chegamos no trecho de transição da mata fechada para campos de altitude. Acho que foi nessa hora que o Dom sugeriu que subíssemos duas vezes.

Continuamos subindo e logo chegamos na estrada que leva à base final do pico. Fomos andando até a rotatória onde param os carros, onde chegamos em apenas 30 minutos de caminhada e, sem parar, fizemos sua volta e começamos a descida.

Chegando ao começo da trilha, de onde podíamos ver o carro, nem paramos, fizemos a volta e voltamos a subir, já começando a sentir um pouco o resultado do esforço da primeira subida. Essa segunda subida, apesar de já cansados, foi mais fácil que a primeira, já que o corpo estava quente e fomos um pouco mais devagar, levando agora 38 minutos até a base do pico, de onde subimos os 242 degraus finais até seu topo em 7 minutos.

No cume uma pausa de uns 20 minutos para lanche, observar como São Paulo é gigante visto de cima (horrível ver tanto cimento vertical) e, com o vento gelado nos expulsando do topo, começamos nossa descida de volta pro carro.

Como em casa estava nublado, garoando e eu não queria carregar peso acabei não levando nem câmera fotográfica nem o GPS. Entretanto, pelos meus cálculos foram 7,7 km de caminhada com cerca de 550 m de desnível acumulado, o que foi um excelente treino para uma tarde em São Paulo.

Saímos do PE Pico do Jaraguá às 16h30 e o pior de tudo foram foram as 2h de trânsito até chegar em casa. Mesmo quando tentamos fazer algo agradável nessa cidade ela não nos deixa esquecer como é insuportável.

E agora, neste último final de semana, dia 14 e 15, teve em São Paulo aula teórico/prática da 17ª turma do Curso Básico de Escalada em Rocha climbing.com.br e, em Pedra Bela, a aula prática, com turma lotada com 12 alunos, todos indo muito bem e felizes com o resultado depois de um longo dia de escaladas e conhecimento adquirido.

Hoje estou tentando me recuperar da dor de garganta que me acompanhou todo o final de semana, assim como ameaça de gripe e sinusite. Graças às drogas (as legalizadas, obvio) já estou melhor e no meio da semana mais montanhas!

Enviado por Tacio Philip às 22:32:02 de 16/06/2014



09/06/2014 18:49:26 - Exploração na Serra da Mantiqueira (Gomeira)

Já fazia um tempo que eu olhava da Dutra um cume razoavelmente isolado e, na nossa última troca de email, o Parofes me escreveu com o que seria um bom projeto exploratório para essa temporada: o Pico da Gomeira.

Sendo assim, depois de uma pesquisa infrutífera na internet e algum planejamento à partir de carta topográfica, google earth e com o que o Parofes também tinha analisado, comecei a juntar uma turma de amigos dispostos à roubada e no final, como saímos em uma terça feira, dia 3 de Junho, somente o Mateus e eu pegamos estrada rumo à Cruzeiro - SP.

Logo pela manhã o Mateus chegou aqui em casa, deixou seu carro na garagem e pegamos estrada rumo Norte. No caminho, já com a fome apertando, um bom almoço na região de Roseira por volta das 13h e, no começo da tarde estávamos no mirante entre Cruzeiro e Passa-Quatro observando a região.

Demos uma boa rodada, passamos em algumas fazendas e, depois de uma última conversa, vimos que devíamos voltar em uma outra ocasião para tentar a montanha por um caminho diferente do pensado inicialmente. Mas, mesmo sem a possibilidade de tentar este caminho nessa investida, resolvemos no dia seguinte tentar um dos planos iniciais de modo a não "perder" a viagem e no mínimo passar algumas horas andando pela região.

Sendo assim, no dia seguinte, depois de uma noite em Passa-Quatro, acordamos bem cedo, comemos nosso café da manhã (que também tinha sido nossa janta) e logo pegamos estrada, estacionando o carro e começando a caminhada às 6h10, pouco antes do Sol aparecer no horizonte.

O começo foi muito inclinado e varando capim. Trecho cansativo mas que logo foi sendo vencido, junto com a chegada do Sol, quando chegamos em trechos de pasto, seguindo muitas vezes por trilhas e mais trilhas de vaca, sempre de olho no relevo e no que poderia chegar a ser em um dia longínquo, um caminho para a montanha.

Fomos seguindo e, depois de quase 2h e mais de 3km de caminhada, entramos no trecho de mata, tentando seguir para a crista final da montanha. Nesse trecho que tudo desandou: não existe trilha e a mata, além de fechada, é fechada com muito bambuzinho, o que fazia com que cada passo fosse dado apenas depois de muito esforço para abrir o caminho.

Fomos andando na medida do possível até que, por volta das 10h da manhã, ou seja, umas duas horas abrindo caminho, conseguimos olhar o nosso objetivo bem ao longe (que estava ainda 1,8 km de distância em linha reta) e ter certeza que não chegaríamos lá por ali (pelo menos não nessa investida planejada para ser apenas um bate-volta). Tentamos ainda mais uns minutos, por insistência minha, mas aquele realmente não era nosso dia. O jeito foi fazer umas últimas fotos, descansar um pouco, virar e voltar, fazendo uma boa pausa assim que saímos da mata para um lanche final.

De lá, mesmo parando para algumas fotos e vídeos, em menos de uma hora estávamos no carro, onde chegamos ao meio-dia. Como ainda era cedo aproveitamos para logo retornar para São Paulo e fugir do trânsito (principalmente porque o Mateus ainda voltaria para Itu). Na volta fizemos só uma pausa na estrada para combustível e café, chegando em casa pontualmente às 16h.

Apesar de não concluirmos nossa meta a viagem foi muito boa por termos explorado uma região pouco explorada e muito bonita entre a Serra Fina e o complexo Marins-Itaguaré. Além disso, a melhor parte foram os contatos, que nos deixaram com mais vontade ainda de retornar à região (em breve!).

Algumas fotos podem ser vistas no link Tentativa de montanha na Mantiqueira.

Enviado por Tacio Philip às 18:49:26 de 09/06/2014



22/05/2014 11:45:32 - Subida do Pico do Ataque e Pedra Focinho de Cão - Piquete - SP

No feriado de 1º de Maio, a Aline e eu pegamos estrada pela manhã e seguimos rumo a Piquete, na base da Serra da Mantiqueira, para subir algumas montanhas.

A viagem foi tranquila, em Piquete paramos para almoçar e, logo em seguida, seguimos estrada sentido Delfim Moreira, subindo a serra até a saída, quase no seu topo, para a rampa de voo livre. Sem conhecer como era essa estrada de terra, que leva até o Pico do Ataque (na carta do IBGE está como Alto da Lavrinha), seguimos por alguns quilômetros até que achamos um lugar tranquilo para estacionar e deixar o carro.

Com o carro devidamente parado trocamos de roupa, pegamos as mochilas e começamos a caminhada. A escolha do local onde paramos foi perfeita, logo em seguida teve uns trechos que provavelmente só daria para subir de 4x4 e, pouco depois, uma árvore caída atravessando a estrada.

A subida é totalmente por estrada de terra e, tirando a árvore caída, com um 4x4 seria possível ir até o cume da montanha. A inclinação é praticamente constante, contornando a montanha, até o seu ataque final, onde fica bem mais inclinado. No topo diversas construções e torres de TV, radio e sei lá mais o que. Do ponto onde deixamos o carro até o cume foram cerca de 6km e pelo GPS marcava uma altitude de 2025m.

No topo, com um vento de pelo menos uns 60km/h buscamos por uma boa opção para bivaque e vimos que uma das construções era perfeita. Apesar de não ter muito espaço, era coberta e protegida do vento. Aproveitamos ainda para diversas fotos e vídeos, inclusive da laje de duas construções, com uma linda vista para o complexo do Marins-Itaguaré.

Com o final do dia chegando arrumamos as "camas", preparamos o jantar e, com o frio chegando entramos nos sacos de dormir para uma longa noite de sono.

No dia seguinte acordamos, sem pressa tomamos o café da manhã, tiramos mais fotos e começamos a descida de volta ao carro pelo mesmo caminho da subida. Em menos de 2h chegamos, guardamos tudo no porta-malas e, de volta ao carro, pegamos a estrada de volta à Piquete (com direito a parada na serra para fotos).

Na cidade almoçamos e logo fomos procurar um hotel para ficar, encontrando o "Cidade Paisagem", no centro da cidade. Demos uma andada pela cidade, tomamos um sorvete e depois de um bom banho e descanso jantamos um lanche bem em frente ao hotel.

No dia seguinte acordamos cedo, tomamos café da manhã e logo saímos. Tentamos encontrar um caminho indicado pelo atendente do hotel mas, como não estava dando muito certo, voltamos aos planos iniciais e seguimos o que eu havia planejado anteriormente pelo Google Earth, chegando assim até uma fazendo de onde iniciamos a caminhada para a Pedra Focinho de Cão.

Com certeza existe mais de uma opção de subida para essa montanha mas me guiei por uma carta topo com marcação que encontrei na internet antes da viagem. A subida é longa (cerca de 10km), com um bom desnível (mais de 1000m) mas segue quase que completamente por estradas de terra sem manutenão que devem ser usadas por causa das torres e aceiro na crista da serra (é uma área de acesso proibido dentro da IMBEL).

Fomos seguindo para cima, durantes poucos trechos descemos ou andamos no plano e, depois de mais de 3h de caminhada estávamos na subida final, super inclinada, que segue pelo aceiro da crista até o cume da montanha, com 1668m de altitude, onde chegamos depois de cerca de 4h15 de caminhada.

No cume uma boa pausa para lanche, descanso, muitas fotos e olhar a paisagem ao redor. Apesar de não ser uma montanha alta, a subida foi exigente tanto em desnível quanto em distância e valeu muito a pena.

Mais de 30 minutos se passaram então começamos a descida pelo mesmo caminho da subida. Durante a descida, principalmente no começo, fizemos várias pausas para vídeos, mais fotos e, perto do final da tarde, chegamos de volta ao carro que nos esperava na fazenda.

De volta ao carro logo nos despedimos dos moradores da fazenda e seguimos estrada, parando apenas para algumas fotos da estrada e depois para jantar na Dutra. De lá mais alguns quilômetros e, já de noite, estávamos em São Paulo para o merecido descanso para o show do Megadeth que assistiríamos no dia seguinte, dia 04 de Maio. E, falando nisso, foi muito melhor que os outros dois que eu havia visto (um no Via Funchal e outro na abertura do Black Sabbath no Campo de Marte). Além de estar bem mais perto do palco o som estava perfeito!

NOTA EXTRA SOBRE A SUBIDA DO FOCINHO DE CÃO
Uma coisa foi interessante durante o Pico (ou Pedra) do Focinho de Cão, que tem acesso proibido por estar em "área de preservação" da IMBEL: durante a subida cruzamos com dois caçadores carregando gaiolas e na descida vimos palmito cortado. Será que as empresas e órgãos ambientais ainda não perceberam que proibir acesso é a melhor maneira de proporcionar livre acesso e anonimato aos caçadores, palmiteiros ou outros tipos de exploradores dessas regiões? Eu acredito que se mais pessoas frequentassem essas áreas, por não as deixar abandonadas e fechadas, acabariam inibindo esse tipo de ação. Mas parece que não percebem isso e preferem manter a aparência de "preservadores" mantendo a natureza "intocada" (pelo menos intocada por pessoas de bem). Inclusive esse é um dos motivos de eu divulgar, diferente de muitas pessoas, o que faço e dar dicas de acesso, independente do que acham os "donos da montanha" ou IBAMA, ICMBio, Federações ou qualquer outro órgão burocrático.

Algumas fotos das subidas podem ser vistas no link Pico do Ataque e Focinho de Cão

Enviado por Tacio Philip às 11:45:32 de 22/05/2014



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